António Rios Amorim reconduzido nos destinos da APCOR
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Foi sem surpresa que a lista encabeçada por António Rios Amorim (CEO do Grupo Amorim), foi a grande vencedora nas eleições para a presidência da associação dos empresários da cortiça.
Era sabido à partida, que a força do grupo Amorim permitiria atrair a maior parte dos empresários, para a sua esfera de influência. A dependência, a subserviência, a manietação, a procuração, são apenas alguns dos adjectivos que caracterizaram a democraticidade do acto eleitoral.
Com mais de 80 % dos votos expressos, a lista apoiada pelos principais empresários do sector confirmou aquilo que já era esperado, a aposta na continuidade.
Estas eleições foram marcadas pelo actual clima de crise que se vive no sector, com muitas pequenas e médias empresas a revelarem sinais preocupantes de sustentabilidade económica.
O acto eleitoral foi bastante concorrido, já que pela primeira vez na história da associação se apresentaram duas listas a sufrágio, a lista A encabeçada por António Amorim, que veio a ser a vencedora e a lista B encabeçada por Diamantino de Sousa.
Este momento eleitoral teve o condão de por um lado, permitir que Diamantino de Sousa atirasse uma pedrada no charco, do marasmo e do imobilismo que tem caracterizado a actuação da APCOR, nomeadamente na procura de novas soluções para debelar os problemas do sector corticeiro, não se intimidando mesmo em afrontar o colosso do sector; por outro lado, este acto eleitoral irá permitir que a APCOR tenha um encaixe financeiro significativo, com a adesão súbita de novos sócios, é que nos últimos dias, de forma inesperada, o grupo Amorim inscreveu algumas das suas empresas como novos sócios da APCOR.
Acaso teriam receio de perder a presidência da associação?
Lá diz o povo:
"Mais vale prevenir, que remediar!"
Era sabido à partida, que a força do grupo Amorim permitiria atrair a maior parte dos empresários, para a sua esfera de influência. A dependência, a subserviência, a manietação, a procuração, são apenas alguns dos adjectivos que caracterizaram a democraticidade do acto eleitoral.
Com mais de 80 % dos votos expressos, a lista apoiada pelos principais empresários do sector confirmou aquilo que já era esperado, a aposta na continuidade.
Estas eleições foram marcadas pelo actual clima de crise que se vive no sector, com muitas pequenas e médias empresas a revelarem sinais preocupantes de sustentabilidade económica.
O acto eleitoral foi bastante concorrido, já que pela primeira vez na história da associação se apresentaram duas listas a sufrágio, a lista A encabeçada por António Amorim, que veio a ser a vencedora e a lista B encabeçada por Diamantino de Sousa.
Este momento eleitoral teve o condão de por um lado, permitir que Diamantino de Sousa atirasse uma pedrada no charco, do marasmo e do imobilismo que tem caracterizado a actuação da APCOR, nomeadamente na procura de novas soluções para debelar os problemas do sector corticeiro, não se intimidando mesmo em afrontar o colosso do sector; por outro lado, este acto eleitoral irá permitir que a APCOR tenha um encaixe financeiro significativo, com a adesão súbita de novos sócios, é que nos últimos dias, de forma inesperada, o grupo Amorim inscreveu algumas das suas empresas como novos sócios da APCOR.
Acaso teriam receio de perder a presidência da associação?
Lá diz o povo:
"Mais vale prevenir, que remediar!"
PUBLICAÇÃO : O COMENDADOR
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