Confúcio (-551 a.C. - 479 a.C.) - Grande Pensador Chinês

segunda-feira, 7 de julho de 2008




Confúcio (-551 a.C. - 479 a.C.) é o nome latinizado do grande pensador chinês Kung-Fu-Tze.


Foi a figura histórica mais conhecida na China como mestre, filósofo e teórico político. Sua doutrina, o confucionismo, teve forte influência não apenas sobre a China mas também sobre toda a Ásia oriental.


Conhece-se muito pouco da sua vida. Parece que os seus antepassados foram gente nobre, mas o filósofo e moralista viveu pobre, e desde a infância teve de ser mestre de si mesmo. Na sua época, a China estava praticamente dividida em reinos feudais cujos senhores dependiam muito pouco do rei.


Confúcio sempre fascinou pela simplicidade dos seus pensamentos, que encerram em si mesmos uma complexidade de reflexões e ensinamentos.


Eis alguns exemplos:

“Ao examinarmos os erros de um homem, conhecemos o seu carácter”

“Exige muito de ti e espera pouco dos outros. Assim, evitarás muitos aborrecimentos”

“A cultura está acima da diferença da condição social”

“Mil dias não bastam para aprender o bem; mas para aprender o mal, uma hora é demais”

“Aprender sem pensar é esforço vão; pensar sem nada aprender é nocivo”

“Conta-me o teu passado e saberei o teu futuro”

“Poder sem magnanimidade e ar de luto sem dor, são coisas que não suporto presenciar”

“A humildade é a única base sólida de todas as virtudes”

“A essência do conhecimento consiste em aplicá-lo, uma vez possuído”

“Aprender sem pensar é tempo perdido”

“O que sabemos, saber que o sabemos. Aquilo que não sabemos, saber que não o sabemos: eis o verdadeiro saber”

“Quem não sabe o que é a vida, como poderá saber o que é a morte?”

“As naturezas dos homens são parecidas; são os seus hábitos que os afastam uns dos outros”

“Há três métodos para ganhar sabedoria: primeiro, por reflexão, que é o mais nobre; segundo, por imitação, que é o mais fácil; e terceiro, por experiência, que é o mais amargo”

“O homem superior fala com modéstia, mas age com audácia”

Confúcio não fica por aqui, em forma de tributo a este grande pensador e filósofo político, durante esta semana, elegeremos todos os dias alguns pensamentos que serão publicados na barra lateral.

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Obra pronta ou inacabada - Parte 2

domingo, 6 de julho de 2008


Actualização:


Como uma imagem vale mais que mil palavras, o "Feira,...das Comendas", apresenta aqui, a prova de que as obras nas condutas de saneamento ainda não estão prontas.

Os efluentes domésticos e industriais ligados à rede de saneamento da Indáqua a montante e a jusante deste local (Fronteira Santa Maria de Lamas/Paços de Brandão), continuam a ser levados pela Ribeira de Riomaior,no entanto, o serviço é pago pelos utilizadores da rede como se fosse encaminhado pelas condutas, o que não é bem a mesma coisa.
A cor e o cheiro nauseabundo da água não enganam, é mesmo esgoto a correr na Ribeira de Riomaior.

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Génios incompreendidos da matemática


Excelente colecção de desenvolvimentos matemáticos, só ao alcance dos grandes génios!






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O Xico-Esperto







Extraordinária argumentação de um 'engenheiro' português que foi apanhado a 250 Km/h numa estrada onde o limite era de 70 Km/h.


Ex.mo Sr. Dr. Juiz,

Meretíssimo:



Confirmo que vi na estrada a marca de 70 em números negros inscritos num círculo vermelho, sem qualquer informação de unidades.

Ora, como sabe, a Lei de 4 de Julho de 1837 torna obrigatório em Portugal o sistema métrico, e o Decreto 65-501 de 3 de Maio de 1961, modificado de acordo com as directivas europeias, define, como unidade DE BASE LEGAL, as unidades do Sistema Internacional, SI. Poderá confirmar tudo no site do Governo.

Ora, no sistema SI, a unidade de comprimento é o 'Metro', e a unidades de Tempo é o 'Segundo'. Torna-se portanto evidente que a unidade de Velocidade é o 'Metro por Segundo'. Não me passaria pela cabeça que o Ministério aplicasse uma unidade diferente.

Assim sendo, os 70 Metros por Segundo correspondem, exactamente a 252 Km/h. Ora a Polícia afirma que me cronometrou a 250 Km/h o que eu não contesto. Circulava portanto 2 Km/h abaixo do limite permitido.

Esperando a aceitação dos meus argumentos, de V. Exa..



António Nogueira

(Engº Civil, IST)



NOTA: O ENGENHEIRO NÃO FOI CONDENADO!

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Obra pronta ou inacabada?


Há dias a SIMRIA, anunciou aqui com pompa e circunstância, a entrada em funcionamento da Estação Elevatória da Ribeira de Rio maior em Paços de Brandão.

Esta infra-estrutura, supostamente, irá permitir que cerca de 52 mil feirenses possam ter os seus efluentes tratados na ETAR de Paramos, no âmbito do programa de despoluição da Barrinha de Esmoriz.

O vereador do ambiente e obras públicas de Santa Maria da Feira, Emídio Sousa, não cabia em si de tão feliz que estava ! Pelo menos foi o que transpareceu das declarações que prestou à imprensa.

Esta obra é absolutamente necessária para a despoluição da barrinha, mas confesso que me ficou a “pulga atrás da orelha!”. Então, e a despoluição da ribeira de Riomaior?

Como é que esta obra pode estar já a servir uma população de 52 mil habitantes, quando a montante, ou seja, em Paços de Brandão e Santa Maria de Lamas ainda decorrem obras?

Apesar de já ter sido anunciado o interceptor de Rio Maior, a verdade é que os esgotos de Santa Maria de Lamas, por efeito da gravidade, continuam a ir direitinhos para a referida ribeira, sem qualquer espécie de tratamento.

Esta situação é facilmente comprovável, com um pequeno passeio pelo viaduto da A1, entre a superfície comercial que existe ali perto e as ruínas da antiga empresa corticeira “Empresa Industrial de Paços de Brandão”.

Apesar de passar despercebido do lado de Santa Maria de Lamas, pela vegetação abundante que rodeia as entradas das condutas, consequência provável , da elevada concentração de nitratos nas águas residuais ; no sentido de Paços de Brandão e até junto das obras da SIMRIA que ali decorrem, podem ver-se na sua plenitude as mesmas condutas a drenarem esgotos para a deprimente ribeira.

Ribeira de Riomaior - Junto à linha do Caminho-de-ferro

O que mais intriga nisto é o real objectivo deste anúncio:

1º O objectivo político parece meramente residual e ainda estamos relativamente afastados das eleições, muito embora, se sinta já o aquecimento dos motores de campanha.

2º O objectivo económico tem muito mais razão de ser, cria-se este “show off” da inauguração para feirense engolir e depois aplica-se o respectivo preço nas facturas da água e saneamento, através da retirada do crédito de não tratamento do saneamento.Com o sistema a funcionar em pleno, não se justifica mais que os feirenses não paguem também o tratamento dos efluentes.

Além disto é preciso não esquecer que a SIMRIA pertence ao grupo Águas de Portugal, que tem uma situação económica muito débil.

3º Cumprir algum prazo que estivesse definido por contratualização e depois, bem à portuguesa , ir remendando aquilo que ainda falta, o importante é mostrar obra feita mesmo que não esteja plenamente funcional.

Tudo isto pode ser mera especulação e não há como lhe fugir , o que não podemos admitir é ter que pagar um serviço, que de momento ainda não é prestado, a ligação à rede de saneamento em Santa Maria de Lamas, conduz os efluentes directamente para a ribeira, contribuindo assim, ainda mais, para a sua poluição e degradação biológica.

Aliás, esta ribeira mais não é que um esgoto a céu aberto, de caudal considerável, onde a Câmara da Feira através da sua concessionada Indáqua, mais não faz que , exactamente o mesmo, pelo qual , e bem, são punidos os limpa-fossas.

Com tanta porcaria junta, invade-me uma certa “nostalgia” pelos tempos em que os meus pais e avós, com os “cabaços”, prodigiosos exemplos da tecnologia e do progresso, em matéria de saneamento, efectuavam o escoamento das fossas sépticas directamente para as hortas e campos de cultivo, com a convicta ideia de utilizar a “água choca” como ”fertilizante natural para o solo”.

Prometemos estar atentos a esta situação e cá voltaremos se necessário for, agora não pensem que nos vão “comer “ com molho de escabeche e muita cebola!

Ou então, haverá um equívoco, e o desvio dos efluentes começará a jusante das fronteiras do Município Feirense com os de Espinho e de Ovar, e daí para montante a ribeira serve, como sempre serviu, de conduta de saneamento.

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Boca do inferno - Ricardo Araújo Pereira

sábado, 5 de julho de 2008



5 mililitros de gasolina a seguir às refeições

A gatunagem apanhou-me, amigo leitor. Assaltaram-me o carro. E eram profissionais, os bandidos: deixaram o auto-rádio onde estava, desdenharam a minha carteira, mal escondida no porta-luvas, e não tocaram no GPS. Levaram-me só os sete litros e meio de gasóleo que tinha no depósito. Espertalhões. Isto da carestia dos combustíveis também tinha de ter os seus inconvenientes.

Felizmente, as vantagens são inúmeras: há menos engarrafamentos, menos acidentes na estrada e menos carjacking. Com a gasolina a este preço, nenhum bandido no seu juízo perfeito rouba um carro. É meter-se em despesas. Por cada três Multibancos que assalta, dois são para pagar a gasolina necessária para as deslocações. É evidente que não compensa.

Mesmo assim, não faz sentido dizer que a vida está difícil, porque a verdade é que a morte está ainda pior. O Governo tem tudo previsto. Se o primeiro-ministro nos faz a vida negra, façamos-lhe a justiça de reconhecer que também nos torna a morte quase impossível. O suicídio, hoje em dia, está praticamente fora de hipótese. A imolação pelo fogo, tão popular no Médio Oriente, é-nos vedada pelo preço da gasolina. A escassez de sobreiros faz do enforcamento uma impossibilidade técnica. Comprimidos, nem pensar: as farmacêuticas vão-nos ao bolso. Apostar no cancro do pulmão é arriscado, porque quase não se pode fumar em lado nenhum. E as intoxicações alimentares são cada vez mais custosas, que a ASAE não dorme. A única hipótese é morrer de tédio, na fila para abastecer o carro nas bombas que vendem gasolina dois ou três cêntimos mais barata.

O que eu lamento, sobretudo, é a sorte daquela gente que tem o hábito de meter um valor de gasolina, e não uma quantidade. O leitor sabe como é: em vez de meterem 10 litros de combustível, estão habituados a ir à bomba meter 10 euros. Coitados. De há dois ou três anos a esta parte, tiveram uma surpresa. Em 2005, metiam 10 litros, e hoje metem uma colher de sopa. Dantes, enchiam o depósito com a mangueira, e agora abastecem com a colherzinha dos medicamentos.

Actualmente, é possível começar a encher o depósito e o preço do combustível aumentar duas ou três vezes enquanto se abastece. Uma pessoa pensa que tem dinheiro para atestar e no fim verifica que afinal tem de vender o carro para pagar a conta da gasolina. É possível, aliás, que o barril de crude tenha batido sete novos recordes desde que o leitor começou a ler isto. O melhor é ir encher o depósito antes que as estações de serviço comecem a vender gasolina em frasquinhos de perfume. Não deve faltar muito.


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Prémios - Segurança no trabalho 2007


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Exponor na Feira? Tudo depende,...do vil metal!


A transferência da Exponor para Santa Maria da Feira, foi literalmente pelo cano abaixo!

Alicerçado num projecto âncora, a expansão do Europarque previa a transferência da Exponor, actualmente localizada em Leça da Palmeira, Matosinhos para Santa Maria da Feira.

Este projecto estava fundeado, pela Câmara Municipal da Feira, em águas demasiado profundas, vai daí, assim que o peso da âncora se fez sentir foi tudo ao fundo!

Não tenhamos ilusões, já há muito que a Câmara da Feira sabia da inexequibilidade deste projecto, o motivo é simples: após o abandono do investidor Americano e com a conjuntura económica internacional desfavorável, seria muito difícil encontrar investidores que abraçassem semelhante desígnio.

Mas, o que faltou mesmo… foi o vil metal!

A passagem de testemunho na presidência da AEP, por parte de Ludgero Marques ao seu sucessor, também não favoreceu os anseios da edilidade feirense, como se isto não bastasse, a junta de freguesia de Leça da Palmeira não ficou de braços cruzados e exerceu pressão para que a infra-estrutura não saísse da sua terra.

O Porto de Leixões, o Aeroporto Francisco Sá Carneiro e as acessibilidades, a maior proximidade do centro urbano do Porto, não são pretextos que se possam ignorar.

Os argumentos Matosinhenses mais do que pertinentes são convincentes, quando não se vislumbra, … o vil metal!

O traçado previsto do TGV, neste contexto, serviu que nem uma luva à Câmara Municipal da Feira.

A sobreposição do corredor previsto para o comboio de alta velocidade, colidindo com a área de expansão do Europarque é o canto do cisne.

Outra das miragens que se desvanece, é o projecto de prolongamento da linha do Metro do Porto até Santa Maria da Feira, exemplo perfeito de bom atirador, com um único tiro derruba duas lebres!

Tudo por ausência… do vil metal!

Os residentes próximos da área que se previa para a expansão, felizmente, também não verão e duvido que quisessem ver … o vil metal!

E, os 5 mil postos de trabalho? – Bem, esses de certeza nem chegarão sequer a sentir o aroma… do vil metal!

Tragédia? Drama? – Não, só para quem confiou o seu voto a quem tão obcecadamente prometeu e não cumpriu!

Os condomínios de luxo, os campos de golfe e os complexos de saúde 5 estrelas?

Bem, estes continuam a ser possíveis de alcançar, para quem tem… o vil metal!

A zona actual do Europarque está em declínio de conservação adiantado, a AEP tem reduzido custos na sua manutenção, o que se compreende, quando depois de tanto investimento, ainda ninguém percebeu se aquilo é um símbolo de faustosidade e opulência ou um legado para a posterioridade, … do vil metal!



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FCX Clarity - Automóvel com emissões zero de poluição

sexta-feira, 4 de julho de 2008


Honda lança carro a hidrogénio e electricidade


O fabricante japonês de automóveis Honda arranca com a produção comercial de um automóvel movido a hidrogénio e electricidade e que emite apenas vapor de água, o FCX Clarity.

Numa primeira fase, os automóveis a comercializar serão num número muito reduzido: uma dúzia nos Estados Unidos e no Japão no período de um ano e cerca de 200 no prazo de três anos.

Os cinco primeiros compradores são do Sul da Califórnia, devido à proximidade das estações de abastecimento, informou a Honda, citada pela BBC online.

A maior parte de seus componentes de transmissão, incluindo o motor eléctrico, a pilha de combustível, a bateria e o depósito de hidrogénio, são compactos e foram distribuídos por todo o veículo para optimizar o espaço e dar mais conforto ao usuário.

Além da linha de produção, a Unidade abriga novíssimos processos, como a instalação da bateria e do tanque de hidrogénio. A moderna e exclusiva bateria V Flow, uma evolução da avançada tecnologia da bateria Honda FC Stack, está alojada em um novo e ergonômico túnel central e é 65% menor do que a versão anterior. Com isso, o modelo se tornou de duas a três vezes mais económico do que os veículos movidos a gasolina, e uma vez e meia a mais que os carros híbridos. Desta forma, o Honda FCX Clarity oferece 127 cv de potência, atinge 435 quilómetros de autonomia e 160 km/h de velocidade máxima.

segundo a Honda, este veículo oferece uma eficiência de combustível duas vezes superior a um híbrido e três vezes maior do que um veículo tradicional, movido a gasolina. No entanto, um dos maiores obstáculos que se mantêm a uma maior produção de veículos movidos a hidrogénio é o seu custo e a ausência de postos de abastecimento

O custo de produção deste míssil, apontado às companhias petrolíferas, andará pelos € 650000.

No próximo dia 7, este modelo vai estar em exposição no encontro do G8, em Hokkaido.

Esperemos que este modelo não venha a ter o mesmo fim, que tiveram os seus precessores do pioneirismo das energias alternativas ao petróleo.

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José Sócrates em Entrevista à RTP1


Sócrates: Dedução de despesas com habitação em IRS vai subir


Pacote contra a subida dos juros

O primeiro-ministro, José Sócrates, anunciou ontem o aumento significativo das deduções fiscais com despesas de habitação para as famílias mais carenciadas. Com esta medida poderão ser beneficiados cerca de dois milhões de agregados familiares, universo que corresponde a rendimentos anuais até dez mil euros. (ler aqui)


ANMP contesta perda de receitas através do IMI

A Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) insurgiu-se contra uma diminuição das receitas das autarquias através da redução do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) anunciada quarta-feira pelo primeiro-ministro. (ler aqui)


Comentário do Comendador:

Goste-se ou não da política deste governo, e mesmo tendo em conta que isto é uma medida eleitoralista, a verdade é que existem municípios que aproveitam para aplicar a máxima taxa de IMI, quando podiam ser mais sensíveis à crise social, pela qual atravessam muitos munícipes.

No caso de Santa Maria da Feira, existem condições, em termos de arrecadação de receita ,que permitem que a taxa de IMI possa ser reduzida aos munícipes.

Os próximos anos serão de colheita farta para os cofres camarários, já que, muitos contribuintes verão esgotado o seu período de isenção de pagamento de IMI.

As autarquias queixam-se que esta medida lhes restringe as receitas, disso não tenho dúvidas! assim como, não tenho dúvidas, que uma parte da receita que iria ser arrecadada, seria gasta em promoções pessoais e fogo de artíficio, tendo por pano de fundo as eleições autárquicas de 2009.

Assim sendo, "ladrão que rouba a ladrão..."


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Olho de Lince

quinta-feira, 3 de julho de 2008


Quinta do Engenho Novo - Paços de Brandão





Este magnifico exemplar é-nos oferecido por Lino de Carvalho, Presidente da junta de freguesia de Paços de Brandão, a justificação é simples:

Como o energúmeno que levou a porta deste quadro, não ficou lá "agarrado", algum idiota resolveu ocultar o resto do monumento com um saco de ráfia.

Não sei se é para desincentivar os ladrões , se funciona como armadilha letal, para por exemplo, com tempo de chuva, proporcionar maior condutividade à energia eléctrica.

De todo o modo, isto não devia estar assim, com os dias quentes muitas são as crianças e os adultos que se deslocam ao parque municipal, para poderem disfrutar de alguns momentos de lazer e para se refugiarem da canícula, além disto, aquelas tomadas acessíveis são um convite à subtracção gratuita de energia.

Fica o alerta:

Se visitar o Parque Municipal da Quinta do Engenho Novo, lembre-se não se encoste nem mexa no quadro eléctrico e desaconselhe os outros a fazê-lo.

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Viagens pela nossa terra






São João de Vêr - mais uma lixeira a céu aberto








Rua da Igreja (Lavandeira) na zona fronteiriça com a Z.I. do Casalinho-Lourosa.



Mais uma vez "descobrimos" aquilo que está à vista de todos mas que ninguém quer ver.
Lixos, lixos e mais lixos, uma vergonha!




A consciência cívica mais uma vez anda arredada das pessoas que depositam este tipo de materiais pinhal adentro, isto é crime!
Porque não aproveitar estes resíduos da construção cívil, na feitura de passeios, alicerces, estradas,etc.



Lixos domésticos e industriais, aqui não!
faça-se a reciclagem!



Madeira, tábuas e parquet - Isto pode substituir a lenha que é comprada a um custo elevadíssimo, com prejuízos enormes para o ambiente, já que a lenha resulta do abate de árvores.


Sacos com pó de cortiça - Estes resíduos são reaproveitáveis para cogeração de energia
As autoridades municipais, apregoam pomposamente, aos 7 ventos a sua atenção às questões ambientais, mas isto é o que mais se vê!

Isto passa-se um pouco por todo o concelho de Santa Maria da Feira e principalmente nas zonas de fronteira entre freguesias, será território de ninguém? - alguns presidentes de junta e alguns mentecaptos acreditam que sim.

Apesar de já terem sido oficialmente encerradas as lixeiras a céu aberto, elas continuam a despontar como os cogumelos, de quem é a culpa?

É este legado de imundice que se quer deixar às gerações futuras?
Haja vergonha e toca a arregaçar as mangas!





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Santa Maria da Feira: novo tribunal custa 52 mil euros por mês

terça-feira, 1 de julho de 2008


Santa Maria da Feira: novo tribunal custa 52 mil euros por mês

As obras de adaptação do edifício onde vai funcionar o Tribunal de Santa Maria da Feira ficam concluídas em Setembro, segundo o contrato assinado esta segunda-feira entre o Instituto de Gestão Financeira e de Infra-estruturas da Justiça e o dono do imóvel, noticia a Lusa.

O contrato de arrendamento, com prestações mensais de cerca de 52 mil euros, é válido por dez anos e permitirá que, após esse período, «o tribunal fique ali instalado em definitivo», segundo o secretário de Estado Adjunto e da Justiça, José Conde Rodrigues.(Ler noticia aqui)


Comentário do Comendador:

Ora vamos lá fazer contas:

52 000 Euros/mês X 12 meses = 624000 Euros/ano

624000 Euros/ano X 10 anos (duração do contrato) = 6 240 000 Euros

à moeda antiga mais de 1 250 000 contos.

Portanto um excelente negócio para os "Patrícios" e mais um mau negócio para o estado Português e para o erário público.

Sejamos sensatos, a necessidade de dar uma resposta urgente para as questões da justiça em Santa Maria da Feira, vai-se traduzir num elevado custo para os contribuintes, e o dinheiro que irá ser gasto no final deste contrato, permitiria por certo construir um edifício novo de raíz com a vantagem desse edifício ser pertença do estado e não dum qualquer agente privado.

Atente-se nas palavras do secretário de estado, para concluirmos que nestas negociações o estado Português pôs-se literalmente de cócoras.
("Extraordinário" acordo!?)... depois de pagar-mos 6 240 000 euros, conseguimos garantir que o tribunal ali funcionará definitivamente.
Presumo que depois do 10º ano, tenha necessariamente que haver uma actualização do contrato, em benefício do proprietário privado.


6 milhões e duzentos mil euros é dinheiro demasiado, para um edifício que não foi concebido para servir de tribunal, por conseguinte, terá que ser adaptado, desconhecendo-se quem suportará os custos dessa adaptação.

Mesmo admitindo que este espaço é funcional e adaptado ao fim a que se destina, porque razão o estado não se propõe comprar já o edifício?

Eu desconfio também que, atrás destes 6 milhões e duzentos mil euros poderão seguir alguns benefícios fiscais, tal como, isenção de taxas de IMI.

Se o edifício é pertença dos "Patricios", logo compete ao proprietário cumprir com as suas obrigações fiscais, e neste caso a pancada não deve ser nada leve.

Enfim, mais uma vergonha, em nome duma justiça que não existe!

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Os mitos de Alfred Hen Rik! Onde pára a Exponor?

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Para reflexão - A vida no ano 2070, sem água.

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  © Feira das Conspirações! - Santa Maria da Feira - Portugal - Maio/2008

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