CR7 - Novo modelo da Ferrari
domingo, 14 de junho de 2009
Diz-se por aí que o motor deste novo modelo debita mais de 17 euros de rotações por minuto, qualquer coisa como 25 000 euros/dia.
PUBLICAÇÃO: O COMENDADOR

Utilizando telescópios no Havaí e na Espanha, os cientistas captaram esses ecos da explosão original e reconstruíram a estrela de Tycho Brahe. Distância provável da explosão estelar - 7500 anos-luz.
A poeira remanescente da SN 1054 é agora conhecida como Nebulosa do Caranguejo, também conhecida por M1, por ter sido o primeiro corpo celeste classificado por Messier no seu catálogo em 1774. Em 1963 detectou-se que a nebulosa do Caranguejo é uma potente fonte emissora de raios X. Mais tarde, em 1968, foi detectado um pulsar emissor de ondas rádio no mesmo objecto. Este pulsar tem uma rotação extremamente veloz (gira 30 vezes por segundo). Estima-se que a estrela que deu origem a esta Supernova estivesse à distância de 6300 anos-luz.
SN1987 A - Em 1987 deu-se um acontecimento extraordinário, pela primeira vez na história recente da astronomia, uma Supernova pode ser exaustiva e detalhadamente estudada pelos cientistas. O acontecimento deu-se fora da nossa galáxia, mais concretamente na galáxia vizinha, conhecida por Grande Nuvem de Magalhães. No que resta da violenta explosão estão a formar-se um estranhos anéis que estão a intrigar os cientistas.
Supergigantes vermelhas como Betelgeuse (ALFA ORI), Antares (ALFA SCO) ou Mira Ceti (OMICRO CET) são igualmente candidatas a tornarem-se na próxima Supernova. É também muito provável que a próxima Supernova não venha a ser nenhuma das apontadas, no entanto há uma coisa que se sabe: todas as supergigantes vermelhas terminam inexoravelmente como Supernovas, portanto qualquer supergigante vermelha da via Láctea e são milhões delas, poderá muito bem vir a ser a próxima Supernova.
É o processo de decomposição da matéria orgânica por bactérias e pela fauna macroscópica, que acaba por devolvê-la à condição de matéria inorgânica. A putrefacção do corpo não é um processo resultante do evento morte, apenas. É necessária a participação activa de bactérias cujas enzimas, em condições favoráveis, produzem a desintegração do material orgânico. Daí, que nas condições térmicas que impeçam a proliferação bacteriana, ou pela acção de substâncias antissépticas, o cadáver não se putrefaz. As bactérias encarregadas da putrefacção do cadáver, na sua maioria, são as mesmas que, em vida, formam a flora intestinal do indivíduo.
Algumas das substâncias intermédias formadas durante o processo de decomposição das proteínas, são altamente fétidas, tornando-se as responsáveis pelo cheiro característico dos corpos em putrefacção. A decomposição catalítica dos glícidos e dos lípidos, praticamente não exala odores nauseabundos.
É o processo de transformação destrutiva em que ocorre o amolecimento dos tecidos e órgãos quando os mesmos ficam submersos num meio líquido e nele se embebem. O mais frequente é que aconteça com a água e com o líquido amniótico no caso dos fetos. Este processo é muito comum nos corpos que são recolhidos no mar ou devolvidos pelas ondas depois de afogamento ou outro qualquer acidente.
Na maceração, a pele torna-se esbranquiçada, friável, corruga-se e faz com que a epiderme se solte da derme e possa até se rasgar em grandes fragmentos. Isto é bastante evidente nas mãos, onde a pele de desprende a modo de "luvas". Externamente, a derme, pelas razões acima apontadas, fica exposta, mostrando-se em geral vermelha brilhante, luzidia, por causa do próprio edema que a embebe e a torna túrgida.
Trata-se de um fenômeno cadavérico que depende que o corpo ou parte dele, seja colocado num meio que obedeça a duas exigências:
O processo tem início por volta dos dois meses após a inumação e completa-se aproximadamente no período de um ano. O processo de putrefacção sofre um desvio, pára, e algumas enzimas microbianas provocam mudanças nas estruturas moles que se transformam em sabões de baixa solubilidade, conhecidos pela denominação genérica de adipocera. Esta é uma substância que inicialmente tem um aspecto branco-amarelado, de consistência mole, sugere as características do sabão ou do queijo, e com um cheiro próprio, rançoso, "sui generis". Com o passar do tempo, esta massa passa a apresentar uma cor mais escura, amarelo-pardacenta, tornando-se mais seca, dura, friável e quebradiça.
Mumificação
Nesta modalidade de fenómeno cadavérico que é uma dessecação rápida, o seu aparecimento depende, exclusivamente, das condições em que o corpo seja colocado:
O processo ocorre de imediato, uma vez que é impedida a putrefação e se completa entre seis meses e um ano. Todavia em climas propícios a mumificação pode ocorrer em poucas semanas.
Como consequência da perda de água, a pele fica coriácea, retrai-se, enruga e endurece, adquirindo uma coloração terrosa, entre o castanho e o preto. O processo tem início na parte distal dos quirodáctilos (dedos das mãos) e dos pododáctilos (dedos dos pés), nos lábios e no dorso e na ponta do nariz. A desidratação do corpo, faz com que diminua notavelmente o seu peso, chegando a atingir valores da ordem de 10 a 5 kg .Petrificação
Trata-se de um processo transformativo cada vez mais raro, em que ocorre a infiltração de sais de cálcio nos tecidos. Assume o aspecto de uma verdadeira "calcificação" generalizada. Este fenómeno pode encontrar-se, quase que exclusivamente nos embriões ou fetos mortos, por vezes "intra utero" e, mais frequentemente, nos resultantes de gravidezes ectópicas, tubárias ou peritoniais, retidos, nos quais, até pelas próprias características individuais do meio ou do local, o corpo asséptico, ao invés de entrar em maceração, sofre uma incrustação por sais calcários. O resultado deste processo é a formação de um litopédio (criança de pedra), a sua retirada só é possível através de intervenção cirúrgica.
*Adaptação*: MECANISMO DA MORTE - Prof. Dr. Jorge Paulete Vanrell
No passado Domingo os Portugueses decidiram por quem queriam ser representados no Parlamento Europeu nos próximos 5 anos.
O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, decidiu vetar a alteração à Lei do financiamento dos partidos políticos e das campanhas eleitorais aprovada pela Assembleia da República.
Não sei exactamente quantas das suas sete vidas é que o felino teve que dispensar para sobreviver à terrível queda de 26 andares, mas é espantoso que o "Lucky", "sorte" em português, nome do gato, tenha resistido à longa queda sem qualquer tipo de ferimento. O incidente terá ocorrido enquanto a dona do gato, arrumava o apartamento onde viviam em Manhattan, Nova Iorque. Ao abrir a janela do quarto o gato terá subiu para o parapeito acabando por se precipitar de uma altura de mais de 70 metros, "aterrando" numa varanda do 6º andar junto de um grelhador.
As imagens foram obtidas por dois homens que trabalhavam como calafetadores de janelas e que naquele momento se encontravam num andaime próximo do prédio de onde caiu o gato sortudo.
Porque é que os gatos caem sempre de pé?
Os gatos possuem um apurado sistema neurotransmissor que lhes permite orientar o equilíbrio muito rapidamente, neste processo podem entrar vários sentidos simultaneamente. No entanto, para que ele caia de pé, é necessário que a queda lhe dê tempo suficiente para recuperar o equilíbrio, por essa razão é mais perigoso para um gato ter uma pequena queda de 3 a 4 metros, do que quedas superiores a 30 metros, não tendo tempo para corrigir a sua posição de queda o felino arrisca-se a cair de costas e a partir a espinha que é bastante flexível comparativamente com os humanos, já que possuem mais vértebras, no entanto a espinha torna-se também mais sensível.
Quando o gato cai, os olhos e os ouvidos enviam ao cérebro uma mensagem sobre a posição da cabeça em relação ao solo. O cérebro responde com comandos para os músculos, que corrigem a postura da cabeça e alinham o corpo do animal. isto acontece a uma velocidade vertiginosa de modo que o gato chega ao solo com as patas para baixo, pronto para absorver o impacto.
A elasticidade dos ossos dos gatos é 90% da elasticidade da borracha. Por isso, se um gato cair do 10º andar de um prédio, tem 90% de hipótese de sobreviver. Nos humanos, essa taxa cai para 10%.
PUBLICAÇÃO: O COMENDADOR
A Nasa, divulgou nesta quarta-feira uma imagem da cratera Odysseus cravada na superfície de Tethys um dos satélites de Saturno
A cratera Odysseus com cerca de 400Km de diâmetro deve ter resultado de um colossal impacto, quando o satélite ainda estava em formação, este impacto provocou a deformação do satélite e só por milagre não o fragmentou por completo.
O satélite foi descoberto em 1684 por Giovanni Cassini.
A imagem foi obtida em luz visível pela sonda Cassini no dia 24 de abril de 2009.
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