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Vaticano preocupado com a consagração da vida

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

A Congregação para os Institutos de Vida Consagrada, uma espécie de departamento coordenador da gestão e qualificação de recursos humanos do Vaticano, quer valorizar a sua  mão de obra menos qualificada, os chamados "irmãos laicos", pessoas profundamente dedicadas à vida religiosa mas que não pronunciaram os votos pios ou  não receberam as ordens sacras. 

A intenção do Vaticano é reverter o número decadente de vocações, que se tem acentuado nos últimos anos. 

"Nas últimas décadas, o número de irmãos laicos caiu muito: os das escolas cristãs eram 16 mil em 1965; hoje não chegam a cinco mil. É uma queda enorme", lamentou o prefeito da congregação Franc Rodé.

Comentário: A ideia mirabolante de levar uma vida consagrada, vivendo em clausura de mosteiro ou como eremita de caverna, parece que já não convence muita gente.
Sugestão: O Vaticano devia investir nas novas oportunidades e instituir os cursos RVCC, estou certo que em pouco tempo recuperariam os hábitos da consagração da vida.

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Relações entre Católicos e Judeus - Falta um ajuste de contas!

domingo, 31 de janeiro de 2010

É sabido que o Vaticano encerra um denso vespeiro de intrigas e de segredos muito bem guardados, o seu arquivo documental histórico é de longe o mais rico e mais bem preservado no mundo inteiro, pena é que só a espaços e de forma minuciosamente controlada sejam dados a conhecer aos historiadores. 

O Vaticano é igualmente detentor de um legado de estranhos rituais seculares, por exemplo, quando a Cúria Romana escolhe um novo papa, é da praxe que o novo inquilino mor da Santa Sé, faça a sua apresentação institucional, convidando todos os membros do corpo diplomático creditado no Vaticano, assim como endereçando convites aos mais altos dignitários de outras instituições, entre as quais, instituições eclesiásticas, tudo num cerimonial cheio de misticismo. Apesar de algumas excentricidades, algumas coisas mudaram nestas cerimónias, desde o concílio Vaticano II, por exemplo, João Paulo I, surpreendeu todos os presentes quando, na tomada de posse do cadeirão de São Pedro, evitou enfiar a tiara cravejada de esmeraldas, ritual simbólico muito similar às coroações régias. O concílio Vaticano II, pôs igualmente fim à prática medieval do papa ser transportado em ombros numa espécie de andor, semelhante aos rajás da Índia imperial.

No entanto há rituais que se mantiveram, um dos mais curiosos e misteriosos, prende-se com o chefe da Sinagoga Judaica de Roma. Segundo consta, era uma tradição secular que o rabino de Roma, entregasse um envelope ao recém eleito papa na cerimónia da sua tomada de posse. Ao que de imediato e seguindo a mesma tradição, o papa devolveria o envelope, demonstrando repulsa indisfarçável pela oferta. Isto era mesmo uma tradição e pelos vistos foi mantida durante muitos anos, até que Bento XVI quebrou com ela.

O que continha de tão misterioso o envelope, para ser devolvido de forma tão protocolar e apressada?

Este era um dos segredos mais bem guardados no Vaticano, apenas o cardeal  venerável mais fidedigno conhecia o seu conteúdo e este segredo só era passado para o cardeal seguinte na sucessão da fidelidade. Era de tal modo sigiloso o conteúdo do envelope, que o papa só era alertado em surdina, pelo cardeal  detentor da informação, para devolver o envelope ao rabino, no mesmo instante em que o recebia e desconhecia de todo o que lá estava dentro, mas tradição é tradição, ritual é ritual, no Vaticano isso é levado ao extremo preceito, sem interrogações, mesmo que o intrigado seja o papa.
Ora esta tradição de passar o segredo de cardeal para cardeal foi mantido durante muito tempo, até que  quando Pio XII morreu, o seu cardeal mais próximo morreu pouco tempo depois, sem ter passado a informação ao seu sucessor, apesar disto, os papas que sucederam a Pio XII, desde João XXIII a João Paulo II, mantiveram a tradição de devolver o envelope, mesmo sem saber qual a razão da devolução.
Tal como disse atrás, a tradição no Vaticano é para levar mesmo a sério sem questionar, no entanto Bento XVI viria a quebrar com essa tradição na cerimónia da sua investidura. Perante o olhar incrédulo de toda a comitiva de notáveis que estava presente e mesmo perante a estupefacção do rabino, o novo patriarca da Igreja de Roma, aceitou o envelope sem mais delongas, movido pela incontinência da curiosidade, Bento XVI queria saber qual era o conteúdo misterioso do envelope.

Foi então que, conjuntamente com um cardeal alemão da sua confiança, num encontro muito privado, resolveram verificar o conteúdo de tão enigmático invólucro. Foi com grande surpresa que verificaram a existência de um documento gasto pelo tempo e numa escrita indecifrável.
Bento XVI convocou então eminentes linguistas ao Vaticano, para ajudar a descodificar o conteúdo do documento. Após estudos exaustivos os especialistas concluíram que se tratava da conta da Última Ceia, que por alguma razão que se perdeu no tempo, não terá sido paga.
Pois bem, até ao momento este artigo esteve no domínio da especulação conspirativa e eventualmente pode  ou não ser imperfeito na veracidade, até dou isso de barato. O que me levou a dissertar sobre isto foi este artigo de opinião, que por sua vez se inspirou na narrativa de Jean-Claude Carriére, que está contida no livro "Contos filosóficos do mundo inteiro". 

Vamos imaginar que pode ser verdade tudo o que escrevi anteriormente, poderia-mos ser tentados a especular sobre a pertinência de mais esta suposta dívida católica para com os Judeus (não esquecer a dívida moral da cumplicidade que o silêncio do Vaticano teve para com os Judeus vitimas do  holocausto Nazi) e a sua relação com os conflitos milenares, quase genéticos, que existiram entre Católicos e Judeus ao longo da história, pelo menos desde que o Cristianismo se disseminou.

Já imaginaram qual seria o valor actual desta dívida, cuja mora se situa em mais de 2000 anos?

Houve alguém  com muito sentido de humor e com muita matemática à mistura, que se entreteve a fazer os cálculos em reais do Brasil. A conta que foi obtida é no mínimo exorbitante, para não dizer que os números só são comparáveis aos números que se usam em astronomia para medir distâncias entre estrelas da nossa galáxia.
Compreendendo a tenacidade com que os Judeus e o Vaticano defendem os seus negócios, não me espantariam duas coisas: 

- Que o Vaticano nunca venha a pagar esta suposta dívida. Parece-me absolutamente natural, aliás não sei até, se à luz do direito internacional a dívida já não terá prescrito.

- Que os Judeus jamais deixarão de reivindicar este crédito dos herdeiros de Cristo, tal como os monárquicos Portugueses jamais deixarão de reivindicar a soberania territorial do estado português sobre Olivença. Sabem ambos que nuca irão cobrar as suas dívidas, apesar disso, lutar contra os moinhos de vento  faz-lhes bem ao ego. Sendo que no caso dos Judeus, este crédito sobre os católicos, até lhes dará algum conforto,  na  justificação moral para a delação de Jesus, que lhes é  historicamente imputada.

Concluindo, apesar de para o lado dos Judeus o dinheiro não ser problema de escassez, eles criaram o sistema financeiro e sempre controlaram a alta finança, a verdade é que por isso mesmo, se tornaram gananciosos e não vão conceder o perdão da dívida e nem sequer vão desistir  dos juros de mora, esperem para ver... Nisto a Santa Sé ainda tem muito que aprender e por causa desta dívida, não é de esperar igualmente que as relações entre o Vaticano e os Judeus passe da podridão em que se encontra, apesar de todas as tentativas que tem havido em demonstrar o contrário.

Entre Judeus e Católicos faltam ainda ajustar umas continhas...

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Bento XVI pede à Igreja que tudo faça para não anular casamentos


Este apelo desesperado do papa para que os matrimónios abençoados pela igreja sejam eternos, não é nada de novo e é coerente com os princípios que a Igreja sempre defendeu. Esta posição em si mesma não é censurável, só se casa pela igreja quem quer. Os nubentes que optem por casar livremente nesta instituição, têm que sujeitar-se aos códigos de conduta ético-religiosa que lhes são impostos, até aqui parece-me lógico.

O que já não me parece tão razoável é que a Igreja que tanto propala o amor e a felicidade como mensageiros da perfeição cristã, não veja no divórcio um acto misericordioso de se redimir dos equívocos que resultam das suas bençãos e privem os crentes da felicidade terrena.

Será preferível haver casais mal aventurados do que haver casais separados mas felizes?

A questão colocada desta forma até poderá ser muito superficial, mas com franqueza não consigo entender porque é que na perspectiva da Igreja, é mais importante que as pessoas atinjam a subjectividade da felicidade etérea, ditada pelo arcaismo dos seus cânones, do que  se sintam afortunados na vivência e na regência dos seus afectos terrenos.

Isto poderá suscitar algumas interpretações de índole teológica, mas não invalida o paradoxo e sobretudo, a falta de objectividade que vai norteando a secularidade e a intemporalidade do poder da igreja. Não será à toa que cada vez mais pessoas, que até foram baptizadas, comungadas e crismadas pela Igreja optem unicamente pelo casamento civil.

Leiam esta passagem da bíblia e percebam porque é que a fonte de inspiração para a  figura da indissolubilidade do casamento, tem um carácter fortemente misógino (repressivo para as mulheres).

(Carta aos Romanos 7,2-3)
 "Assim, a mulher casada está sujeita ao marido pela lei enquanto ele vive; mas, se o marido morrer, fica desobrigada da lei que a ligava ao marido. 3. Por isso, enquanto viver o marido, se se tornar mulher de outro homem, será chamada adúltera. Porém, morrendo o marido, fica desligada da lei, de maneira que, sem se tornar adúltera, poderá casar-se com outro homem.” (Rm 7,2-3)

(1ª Carta aos Coríntios 7,10-11)
"Aos casados mando (não eu, mas o Senhor) que a mulher não se separe do marido. 11. E, se ela estiver separada, que fique sem se casar, ou que se reconcilie com seu marido. Igualmente, o marido não repudie sua mulher. ”

Repare-se na particularidade de que para o "Senhor" é preferível que a mulher fique sem se casar, se estiver separada, do que procure melhor sorte noutro casamento. Mas, o mais extraordinário é que, enquanto  o "Senhor" impõe à mulher uma série de obrigações e mandamentos, ao homem apenas se "exige" de forma ligeira que não repudie a sua mulher.

Para a Igreja, as propriedades do casamento são a unidade, a fidelidade recíproca  e a indissolubilidade, é extraordinário que em nenhum momento se fale da felicidade conjugal, isso deve ser coisa para alcançar só depois da morte...

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João Paulo II tinha um fetiche!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Pois é, João Paulo II tinha assim umas tendências "sado-esquisitas", auto-flagelava-se com chicotes de cabedal, quem o diz é Slawomir Oder, um escritor que é um tenaz defensor da beatificação de João Paulo II e que é autor do livro ""Why a Saint?".

Algumas das revelações contidas no livro são no mínimo desconcertantes.

JPII guardava no seu armário particular, para além das suas parlamenta confeccionadas pela Prada, JPII pendurava num cabide um  acessório indispensável - um cinto especial, que usava para se açoitar.

Outras revelações ainda mais tenebrosas, revelam a existência de alguns documentos inéditos, entre os quais uma carta que o Papa deixou escrita, em 1989, manifestando a sua vontade de renunciar à missão de Pontífice, no caso de alguma "enfermidade incurável" o impedir de exercer as suas funções.

Ocorrem-me algumas perguntas inquietantes:

Quem é que impediu o Papa de renunciar quando este soube que padecia da  doença incurável de Parkinson?

Que interesses serviam a continuidade confrangedora, motivada pela doença, de João Paulo II à frente do Vaticano?

Mas o livro traz outras curiosidade tremendamente perturbadoras, por exemplo, a propósito da auto-flagelação, o cardeal que escreveu este livro e que é compatriota de JPII, revela que o papa tinha o estranho hábito de passar horas a fio deitado no chão completamente nu, mais do que um capricho  de JPII, a dor e o sofrimento auto-infligidos extasiavam-no de tal maneira, que só assim atingia a plenitude da perfeição cristã. Se calhar até atingia o orgasmo!!!.

Só mesmo um papa poderia ter este dom e a audácia, de se chicotear para se sentir mais próximo de Jesus, pelos vistos as rezas, as preces e o jejum quaresmal não  lhe satisfaziam as necessidades espirituais. 

Além disso, o Papa JPII levava os rituais católicos muito a preceito, supersticioso até à medula como era, por exemplo, cumpria rigorosamente o jejum quaresmal fazendo apenas uma refeição por dia, numa estranha combinação de masoquismo com misticismo.

O livro não revela a quantidade de vezes que JPII se auto-flagelava diariamente, mas é natural que durante a quaresma ele compensasse a escassez calórica do jejum, com o chicote nas nádegas.

Eu sempre achei que JPII era meio excêntrico, mas não me passava pela cabeça esta coisa do chicote no coiro, enfim, coisas de papa...

Há quem afirme convictamente que o defunto papa é a Besta do Apocalipse, ele será o verdadeiro 666, o Anti-Cristo e irá ressuscitar, depois da morte do próximo Papa, para fazer uma aliança com o demónio. Ele será o tal falso profeta dando cumprimento às profecias das Sagradas Escrituras. Depois desta revelação dos caprichos íntimos de JPII, não sei não, já quando ele foi enterrado surgiram uma série de rumores quanto ao formato do caixão e à quantidade de amuletos que acompanharam o finado, reforçado ainda com  uma descomunal concentração de pesos colocados sobre a urna para impedir que ela pudesse ser aberta pela parte de dentro!

Talvez por isso ou talvez não, o Vaticano já  se precaveu de forma a fazer face à situação.

Contrariando uma prática centenária, João Paulo II será santificado em tempo recorde e sem a burocracia sempre subjectiva  dos milagres, requisito essencial para a promoção a santo, na pior das hipótese inventa-se um, nem que seja tão (in)convincente, como a cura de um salpico de azeite num olho, de uma anciã na Batalha, que promoveu o beato Condestável à categoria de santo.

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Nem tudo vai mal nas finanças do Vaticano!

sábado, 23 de janeiro de 2010


Nos últimos tempos, têm sido muitas as mensagens postuladas por abades que em apelos desesperados, vão dando conta  da possibilidade  de algumas igrejas terem que fechar portas, por  motivos de insolvência financeira.
Isto porque os crentes são cada vez menos generosos e começam a desconfiar e bem, da falta de virtude nas dádivas de esmolas.

Eis que do ministério das finanças do Vaticano chegam sinais encorajadores e tornam infundados, de certo modo, os boatos que se rumorejam nalgumas paróquias.

Como se percebe as finanças da fé estão inabaláveis, o plano adoptado pelo ministro da indústria de santos e beatos do Vaticano tem tido excelentes resultados. Espera-se até que as cotações dos próximos santos, em especial as acções do nazi-fascista Pio XII venham a ter uma grande valorização nas bolsas católicas de todo o mundo.  

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Papa nomeia uma mulher para cargo no Conselho Pontifício

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010


Hipocritamente o Vaticano diz que. a nomeação demonstra empenho da Igreja na promoção dos direitos da mulher no mundo.

Mal estariam as mulheres se estivessem à espera do Vaticano para promover a sua emancipação e a sua luta pela igualdade de direitos.

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Vaticano esforça-se por converter os infiéis

Bento XVI recebeu dois cordeiros. Os animais foram levados ao Pontífice depois de terem sido benzidos na basílica romana dedicada à santa Inês.

Com a conversão religiosa destes infiéis, é previsível que estes cordeiros abençoados ainda se transformem em mártires à mesa da Cúria Romana. Com a febre industrial de santos que  assola o Vaticano,  será um primeiro passo para  que estes infortunados arietinos, se perfilem como candidatos a beatos de Igreja.

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Junta de freguesia de Gião faz concessão obscena à Igreja Católica

terça-feira, 19 de janeiro de 2010


A ser verdade o que aqui li e não tenho razões para duvidar do contrário, estaremos perante um atropelo inqualificável à laicidade do estado Português, fortemente lesiva do interesse público e que prenuncia uma promiscuidade obscena entre o executivo da junta de freguesia de Gião e a Igreja Católica.

O facto da maioria da população de Gião professar a religião católica, não é condição lícita nem suficiente para que a junta de freguesia resolva desbaratar património público em favor da Igreja. Tanto mais que as benesses concedidas, jamais terão retorno público ao abrigo da concordata celebrada entre o estado Português e a Santa Sé, ou seja é uma dádiva à Igreja e as verbas em questão não são de somenos importância, aliás esta doação irá implicar mesmo, se bem percebi, o endividamento da junta de freguesia através da celebração de um contrato de financiamento com uma instituição de crédito.

Não sei mesmo até que ponto este comprometimento da junta de freguesia com a Igreja não entrará na esfera da ilegalidade, mas neste país infelizmente há pessoas que julgam que tudo isto é normal.
Mas de facto isto é uma aberração e uma anormalidade, não compete aos órgãos da administração do estado promover a construção de templos de culto religioso.

O respeito pelo princípio da liberdade de culto religioso, não implica de forma alguma uma submissão do estado aos interesses da propagação religiosa, por isso é que o nosso país é uma república laica, isto significa que os poderes do estado e da igreja não se confundem.

Apenas duas perguntas:

 - Se fosse uma outra confissão religiosa que necessitasse de um terreno, a junta de freguesia assumiria o mesmo papel de conceder terrenos para a edificação de um templo?
 - Existe algum protocolo celebrado com as entidades eclesiásticas, que preveja a permuta dos actuais terrenos onde está edificada a Igreja com os terrenos que irão ser "ofertados"?
Reformulando a questão:
- Os actuais terrenos da igreja reverterão para o domínio público em troca dos terrenos concedidos pela junta de freguesia?

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Projecto Pterosaur - Demência teológica sem limites!

sábado, 16 de janeiro de 2010

Pois é, o projecto chama-se Pterosaur e consiste basicamente numa tentativa desesperada das correntes teóricas do criacionismo, colocarem em evidência o conceito da estupidez racional do ser  humano elevado à sua potência máxima.

Aqueles que defendem que tudo quanto existe é obra de um criador divino - Deus, pretendem reforçar as suas convicções, organizando uma expedição com o objectivo de  recolher espécimes vivos ou ovos férteis de pterosaurus para  demonstrar aos defensores do evolucionismo Darwinista a incorrecção das suas ideias, procurando deste modo transmitir a sua  verdade relativamente à criação das espécies.

Hilariante no mínimo, mas há quem acredite, ora vejam lá.

Se encontrarem algum depois mostrem, tá!

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Monsenhor José Ignacio Munilla é o nome da Besta!

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Não é que o bispo católico de San Sebastian, o ultra-conservador José Ignacio Munilla teve a insolência de afirmar que há tragédias piores do que a tragédia que se abateu sobre o Haiti.
Segundo este abominável servo do Vaticano, "maior mal do que aquele que sofrem os pobres no Haiti, é a nossa pobre situação espiritual".

Isto significa que para este senil infame, a tragédia do Haiti é um mal menor, comparando com os males do espírito.



Quanta ousadia perante uma tragédia sem limites, que afectou um dos países mais pobres do mundo e terá feito mais de cem mil mortos.

Sempre quero estar atento às reacções do mundo católico, perante estas declarações indecentes, obscenas e sem qualquer ponta de vergonha deste alto representante do clero Espanhol.

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Fernanda Câncio - Pontos Cardeais

sábado, 9 de janeiro de 2010

Um dos melhores artigos de opinião que li nos últimos tempos.

Pontos Cardeais
por Fernanda Câncio




Na noite de 24 de Dezembro, a seguir ao telejornal da RTP1, surgiu no ecrã um dístico: "Mensagem de Natal de sua eminência reverendíssima o cardeal-patriarca de Lisboa." Seguiu-se um monólogo de 8,38 minutos no qual o dito falou sobre "o direito de ser ateu" como novidade desagradável e saudou os crentes das religiões "de deus único" apelando à sua união: "Juntos havemos de contribuir para que Deus não seja excluído do nosso mundo e da nossa história."

Ora bem. Tenho a ideia de que estas mensagens existem desde que há TV em Portugal. Ou seja, desde o tempo pré-1976 em que a Constituição não impunha a separação entre Estado e confissões religiosas e em que a Concordata assinada por Salazar equiparava padres a funcionários públicos. Mas nunca tinha reparado mesmo nelas - chama-se a isso aculturação. As caricaturas, porém, despertam-nos da letargia. E há poucas coisas mais caricatas que ver alguém a quem dão mais de oito minutos de prime time de borla (e deve ser baratinho, na noite de Natal) com o envelope de "mensagem à nação" que a lei prevê só para Presidente, primeiro-ministro e presidente do parlamento, a fazer propaganda religiosa enquanto clama "ai Jesus que os ateus me/nos querem calar".

Vou repetir: na noite de 24 a RTP passou propaganda religiosa com a dignidade de uma comunicação de alta figura do Estado. É legal? Legítimo? Aceitável? Através da direcção de programas, a RTP responde: "Ilegal não é." "Será discutível", reconhece, mas sublinha: "É costume - a maioria dos portugueses são católicos, portanto." Vejamos: a presidente do PSD fez uma mensagem vídeo de Natal. Passou onde? Nos telejornais, como notícia. Se o presidente do Benfica, que tem uns milhões de adeptos, quiser fazer uma mensagem antes de um derby, a RTP deixa? E o líder da comunidade muçulmana, pode "falar ao país"? Pois. E porquê? Porque a lei é clara: a propaganda política é proibida fora do tempo de antena, ao qual (que é proibido aos feriados) podem aceder organizações políticas, associações ambientais, desportivas, etc. - mas nunca religiosas; é exigido o pluralismo religioso na programação.

No entanto, a RTP acha, como o cardeal acha, que não há o menor perigo de alguém um dia dizer "acabou". Do alto dos privilégios a que o concubinato entre o Estado e a sua organização o (e nos) habituou, o cardeal vitimiza-se para condicionar "o inimigo" e manter a reverência. Altura então de tirar da fama o proveito. Não querendo expulsar deuses de lado algum - como expulsar o que me não existe? - , impedir seja quem for de crer no que lhe aprouver ou, como já vi escrito (o ridículo não conhece limite), "abolir o Natal", exijo dispensa de que me tentem converter ou insultar através dos meios de comunicação social do Estado. Chega de pagode: quero o país que a Constituição me garante, laico e sem eminências. Esperei 34 anos. Já pode ser?


Retirado do Diário de Notícias

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Papa diz que a ciência precisa da fé para compreender a realidade

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010


O papa Bento XVI afirmou nesta quarta-feira que a ciência, por si só, não basta para compreender a realidade que só pode ser apreendida através da unidade entre "inteligência e fé, ciência e revelação", que foram as duas luzes que guiaram os Reis Magos a Belém.


Bento XVI reafirmou a necessidade de uma ciência que não seja "auto-suficiente", aberta a "posteriores revelações e chamadas divinas".


Explicou que os Reis Magos "eram modelos dos autênticos buscadores da verdade" e "sábios", mas não se envergonharam de pedir instruções aos chefes religiosos da Judeia para chegar a Belém.

Comentário: 


O que é que Bento XVI quis dizer com o último parágrafo?

Estará a sugerir que os astrónomos e os cientistas peçam instruções ao Vaticano para desenvolver as suas pesquisas?
 

O que Bento XVI  precisa é de ter  juízo para não dizer tantos disparates seguidos e compreender melhor o mundo que o rodeia.
 

A sua demência progressiva merece que tenhamos compaixão. Internem o homem num hospital psiquiátrico!

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Negócio da fé sem sinais de retoma

Já tinha lido alguma coisa sobre o assunto, mas depois de ler este artigo de um blog da vizinhança, fiquei a matutar se os crentes  deixaram de investir na fé e começaram a investir sabiamente em bens de primeira necessidade.

A crise actual também se propagou aos negócios da fé e não se vislumbram sinais de retoma.

Aquele que foi o produto financeiro mais vendável ao longo dos tempos, parece que já não é muito atractivo. De facto, os planos poupança reforma para a eternidade vivem dias de amargura, simultaneamente os investimentos nas agências de viagens para o além também estão em forte queda nas bolsas, os investidores começam por fim a assentar os pés no chão. Já nem as alucinações vendem, veja-se a crise  generalizada que assolou toda a economia da cidade de Fátima em Maio último.

Ora, com este panorama fortemente negativo para as finanças eclesiásticas, a alta finança do episcopado não vai de certo, ficar de braços cruzados a ver os seus rendimentos diminuírem e os navios partirem...

Então, que estratégias seguir?

Plano A - Desde logo, como os crentes andam meio descrentes com a vida, aumenta-se o preço da missa em  33% acima da inflação, isto já deve dar  para compensar o défice orçamental das receitas em esmola, o termo técnico usado na bolsa de valores eclesiásticos para esta operação financeira é designado por dádiva.

Outra solução para o caso desta primeira falhar, poderá passar pela recolha de 100 mil assinaturas e entregá-las na assembleia da república, exigindo que o legislador crie um conjunto de mecanismos jurídicos  sem recurso a referendo, que torne obrigatório o pagamento das oblatas.

Com o seu produto financeiro mais nobre (deus) cada vez mais distante dos crentes, há que ser hábil e  engendrar novas estratégias de marketing.

Plano B - Inventar uma exorbitância de santos e vendê-los a preço de saldo.

Por alguma razão, nos últimos tempos, o Vaticano se tem desdobrado em  fabricar santos e beatos por todo lado, numa dinâmica e num empreendorismo nunca antes visto.

A razão é simples:

Como deus parece que cada vez está mais longe e não atende as preces da bem-aventurada abundância financeira dos crentes, estes terão um subproduto mais acessível  e que fica mesmo ali ao virar da esquina - a  intercessão dos santos e beatos.

E se isto não for suficiente, aumenta-se o preço dos serviços indispensáveis aos crentes: funerais, casamentos, baptizados, comunhões e afins.

Por fim, não me espantava nada que a este ritmo, as hóstias também venham a estar na mira do negócio.

Preparem-se pois respeitáveis crentes para qualquer dia terem que pagar as hóstias a 50 cêntimos cada uma. Se não puderem comungar todos os dias, façam-no apenas ao Domingo e apertem o cinto o resto da semana, dessa forma reforçam os vossos laços com a consubstanciação do corpo de deus...

Queriam encher o pandulho por conta da doutrina da fé não?

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Casamento entre pessoas do mesmo sexo e a alucinação conjunta dos fiéis

Um grupo de fanáticos homofóbicos fez entrar hoje na assembleia da república uma petição, com o objectivo de promover um referendo sobre o casamento entre pessoas do mesmo género.

Esta petição será aceite na recepção dos serviços da assembleia, mas dificilmente terá outro caminho que não o lixo, seria muito perigoso para a nossa democracia  e para a nossa liberdade, caso assim não fosse.

Não me venham com a treta do envolvimento dos cidadãos na participação da democracia, porque qualquer ingénuo sabe onde é que foram recolhidas essas assinaturas; à porta das igrejas e mesmo dentro delas e também se sabe que foram recolhidas sem qualquer esclarecimento adicional junto das pessoas que não fosse a homilia dominical.  Portanto sobre manipulação da participação cívica estamos entendidos... Qualquer dia estes malucos põem-se à porta das igrejas a recolher 100 mil assinaturas,  com o objectivo de referendar a possibilidade das pessoas terem sexo livremente sem ser para fins reprodutivos,  ou então para obrigar as pessoas a casar compulsivamente com pessoas do sexo oposto, tudo com o fino pretexto do envolvimento dos cidadãos na participação democrática...  

Tenho lido e ouvido alguns argumentos em favor deste referendo que me parecem completamente absurdos.

Não me vou rebuscar muito na argumentação do termo "casamento", sobre esse termo a imensa horda dos preconceituosos lunáticos, manipulados pela hipocrisia da madre igreja católica, já tratou de se expor ao ridículo semântico, portanto nem vale a pena escrever  sobre isto.

O que importa perceber é porque é que este referendo é completamente absurdo e nem sei se por estupidez política ele fosse a avante, não estaria ferido de inconstitucionalidade.

A nossa constituição é clara e quem não perceber isto, então tem uma mente confrangedoramente tacanha.
Diz a constituição no ponto 2 do artigo 13º :

«Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual

A constituição para quem não sabe,  é o garante supremo dos direitos fundamentais dos cidadãos logo, referendar o casamento entre pessoas do mesmo género entra na esfera da inconstitucionalidade já que esbarra de forma grosseira, na possibilidade de privação de um direito em função da orientação sexual, direito este consagrado na constituição.

A actual lei dos casamentos que restringe a possibilidade de casamentos apenas entre pessoas de sexo oposto não se pode sobrepor à constituição, pelo que existe actualmente uma falha no sistema jurídico português que ainda não adaptou a actual lei  à constituição.
Com a alteração da lei do casamento continua a ser perfeitamente legítimo a qualquer pessoa casar com pessoas do sexo oposto, aliás, eu até prefiro esta última partilha mas, em nada o casamento entre pessoas do mesmo sexo belisca as minhas preferências.

A histeria que alguns sectores mais conservadores da nossa sociedade têm levantado sobre o assunto é que me parece injustificável e só a consigo compreender sob dois ângulos de perspectiva:

Uns estão inadaptados canonicamente para o casamento seja ele de que índole for (excepto se for com Deus, já agora porque não incluir na lei também este tipo de relacionamento, parece-me perfeitamente legítimo ainda que de consumação impossível. D.Quixote também lutava contra os moinhos de vento e uns pastores viram um ovni em cima de uma azinheira...), incluem-se aqui  todo o universo de sotainas, de hábitos, de mitras e de solidéus, portanto não têm autoridade nem imputabilidade suficiente para falarem de casamento e fazem-no apenas porque são uns frustrados sexuais, não raras vezes extravasam essa frustração em cima das crianças (ver o escândalo sexual que envolve padres pedófilos na Irlanda).

Outros ou outras, embora tenham essa legitimidade, talvez tenham algum pavor e fobia ao casamento entre pessoas do mesmo sexo pelo receio de se verem instantaneamente divorciado(a)s, existe muito casamento heterossexual de fachada.

Portanto quem tiver uma relação estável no seu casamento heterossexual não se incomodará muito com o relacionamento dos outros, por certo.

A alteração à lei do casamento não se confina apenas a uma questão de direitos dos homossexuais, é acima de tudo a supressão de uma lei abusiva que deve ser abolida por quem tem o poder de legislar.

A lei tal como está é discriminatória, atentatória dos direitos fundamentais consagrados na constituição.

Se alguém por absurdo, pretende referendar alguma coisa então que referende a constituição!

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A cumplicidade da Igreja nas maiores atrocidades do séc.XX

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Este vídeo desmascara a "santidade pia" da Igreja com os regimes mais sanguinários, ditatoriais e corruptos do século XX.

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São Paio de Oleiros - Templo cristão com simbologia satânica!?

sábado, 2 de janeiro de 2010

Não deve ser caso único no país, mas é uma das curiosidades que oferece o templo principal de culto cristão em São Paio de Oleiros.

Na sua igreja matriz existem dois pequenos oráculos laterais, emoldurados em talha que ostentam na sua parte superior o olho de Lúcifer, um símbolo que está associado à maçonaria e aos cultos satânicos, este símbolo poderá igualmente ser  observado nas notas de 1 dólar americano.

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Na parte traseira da nota de 1 dólar americano existe esta pirâmide, símbolo da maçonaria. Por cima da pirâmide temos o olho que vê o mundo; o olho do diabo!


O demónio está sempre com um olho no burro e outro no cigano!

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Bento XVI não lê a Bíblia!

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009



Apesar de considerar que a mulher nada deve a alguém pela  sua existência, não deixo de notar que esta afirmação de Bento XVI encerra em si mesma uma grande afronta histórica à dignidade da mulher senão vejamos:

O que é que a pretensa costela do Adão ou a sua cabeça tem que ver com esclavagismo, domínio ou companheirismo?

Estes conceitos têm o cunho prático dos homens e não das divindades celestiais.

A Igreja Católica sempre considerou a mulher submissa ao homem, a mulher sempre foi relegada para segundo plano, sobre ela a igreja cometeu os mais abomináveis tormentos e perseguições discriminatórias, basta lembrar as campanhas lançadas contra as mulheres a propósito da interrupção voluntária da gravidez, isto já para não falar da proibição bíblica que vedava às  mulheres a possibilidade de falar nos templos.

É pena que Bento XVI não se pronuncie  "ex catedra", ou seja,  enquanto entidade suprema da infalibilidade,  sobre esta matéria, portanto, nestas declarações Bento XVI é falível segundo os dogmas  da teologia católica. Resumindo, estas afirmações não comprometem os princípios teológicos do catecismo, pelo que  não podem ser observadas nem como uma evolução nem tão pouco como uma revolução no seio  da igreja romana.

Além disso, as palavras de Bento XVI soam a heresia segundo os cânones das sagradas escrituras, senão leiam estas passagens bíblicas do livro do Êxodo:

"Deus diz que os primogénitos de todos homens e animais lhe pertencem". Então e as mulheres, pertencem a quem? "uns são filhos do pai e as outras são filhas da pu**. [13:2], [13:12-15]

"Não cobiçarás... a mulher do teu próximo... nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo." Na Bíblia, as mulheres são propriedade dos homens; elas são avaloadas - como um boi ou um burro. [20:17]

Se alguém "enganar alguma virgem" e se deitar com ela, terá que casar, a menos que o pai dela recuse dá-la  para casar, de qualquer modo  terão que ser pagos os dotes das virgens." [22:16-17] Neste versículo deus explica como o homem pode abraçar a poligamia.

"A feiticeira não deixarás viver." Milhares de mulheres inocentes sofreram mortes bárbaras por causa deste versículo. [22:18]

"Três vezes por ano Deus quer ver todos os homens". As mulheres podem ficar em casa a lavar a loiça, ele não precisa delas nem as quer ver. [23:17], [34:23]

Deus tem uma estranha afeição pelas mulheres; elas é que são culpadas de tudo até dos seus filhos procurarem outros deuses. [34:16]

Mas há mais na bíblia, leiam estas:

"Mulheres, sede submissas aos vossos maridos, como convém no Senhor"
- Epístola aos Colossenses 3:18

"Os maridos devem permitir que as suas mulheres, que são de um sexo mais frágil, possam orar."
- I Pedro 3:7

"A cabeça do homem é Cristo, a cabeça da mulher é o homem e a cabeça de Cristo é Deus."
- I Coríntios 11:3

"O homem não foi criado para a mulher, mas a mulher para o homem."
- I Coríntios 11:9

"As mulheres devem ficar caladas nas assembleias de todas as igrejas dos santos, pois devem estar submissas, como diz a lei."
- I Coríntios 14:34

"Se a mulher trair o seu marido, ela será feita em objecto de maldição pelo Senhor, a sua coxa irá descair e o seu ventre inchará." O homem pode trair à vontade, deus é permissivo com os homens.
- Números 5:20-27

Nos Génesis temos as mais clássicas de todas as difamações feitas às mulheres:

- A mulher é tão maléfica como o demónio, por causa dela deus expulsou o homem do paraíso, quando Eva deu a provar a Adão o fruto da árvore proibida.

"Multiplicarei grandemente os teus sofrimentos e a tua gravidez; darás à luz os teus filhos entre dores; contudo, sentir-te-ás atraída para o teu marido, e ele te dominará". - Génesis 3:16

E muito mais poderia aqui ser desfiado, em suma a bíblia que é o tratado de suporte a todas as  confissões de inspiração cristã é um imenso rol de humilhações infligidas às mulheres.

Depois disto e de todas as perseguições que as mulheres sofreram por causa dos arautos da fé, ao longo de séculos, para não dizer milénios, ainda me espanto que algumas continuem a ser as mais devotas de entre os crentes e continuem a alimentar esta palhaçada  hipócrita às portas da segunda década do séc.XXI.

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Bento XVI - Os filhos são dom e projecto de Deus?!!!

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

"Os filhos não são propriedade dos pais, são dom e projecto de deus!"

Esta afirmação estapafúrdia foi proferida por Bento XVI, no dia em que  a Igreja Católica celebra a liturgia da sagrada família.

Mas algum casal quando planeou ter filhos encomendou o projecto a Deus?!

As afirmações do cardinalíssimo são provocatórias se considerar-mos o actual contexto de escândalo que mina o clérigo católico Irlandês, com vários processos de crimes pedófilos instaurados a padres.
Vários bispos Irlandeses já se demitiram e Bento XVI continua no mais infame silêncio, relativamente a estes  crimes.

Aliás, as mais altas instâncias da igreja católica, têm ao longo dos tempos dado guarida aos mais abomináveis crimes praticados por padres pedófilos, preferindo comprar o silêncio das vitimas com dinheiro.

Só na Irlanda a Igreja já gastou mais de 140 milhões de Euros para encobrir os seus crimes.

Como se isso não bastasse, dizer agora que os filhos são o dom e projecto de Deus revela bem a natureza desta estirpe de criminosos por omissão. Sendo a confraria da sotaina a representação divina de deus na Terra, então o que o papa quis dizer é que os filhos não sendo propriedade dos pais são propriedade da padralhada.

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Jesus nasceu mesmo a 25 de Dezembro?

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

O mundo cristão celebra o dia 25 de Dezembro  como sendo o dia do nascimento de Jesus, tendência que se globalizou pelo mundo crente e descrente e se entranhou no domínio do consumismo e do dinheiro, mas terá Jesus nascido mesmo a 25 de Dezembro?

Antes de procurar-mos desmistificar esta data, vamos recordar um aspecto importante que nos é relatado por muitos escritos históricos.

Assim, são vários os escritos históricos e que chegaram até nós que afirmam que os filhos dos deuses tanto de cultos pagãos, como de cultos religiosos nascem no dia 25 de Dezembro e que têm a particularidade de terem sido concebidos por uma mulher virgem!

Exemplos:
  • Na mitologia Grega, temos Hércules e Apollo, sendo que Hércules era um semi-deus, filho de Zeus e da mortal Alcmena, por conseguinte, era um ser mortal. Já Apollo era uma divindade imortal era um  deus do Olimpo, filho de Zeus e da ninfa Leto. Apollo tinha uma irmã gémea, Ártemis que nasceu precisamente no mesmo dia.
  • Na mitologia Egípcia, temos Osíris, talvez a mais popular divindade de culto no antigo Egipto. A Osíris era atribuída a regência das plantas e da vida para além  da morte.
  • Na religião Hindu temos Shiva, o deus destruidor e que compunha a santíssima trindade dos budistas juntamente com Brama, o deus criador e Vixnu  o deus preservador.
É um facto que os seres acima descritos são divindades esotéricas, se exceptuar-mos Hércules, mas mesmo esse, apesar de ser um semi-deus não tinha o estatuto da adoração. Posto isto, não seria Jesus  também ele um ser esotérico?

Sabemos hoje, que a ciência e as técnicas da fertilização medicamente assistida, permitem a concepção de um ser humano sem recurso ao rompimento do hímen feminino, mas no tempo de Jesus isso não seria possível, a menos claro que a sua mãe fosse também ela um ser esotérico.

As crenças sustentam-se nas premissas da fé e do credo, não têm por base o reconhecimento existencial dos factos. Não duvido da existência de um ser extraordinário de sabedoria, de oratória e de filosofia de vida que deu pelo nome de Jesus, não duvido igualmente que  a sua mãe tenha sido Maria, já tenho sérias dúvidas  que Jesus viesse ao mundo imbuído desse carácter divinal e espirituoso com que as religiões cristãs o idolatram.

Nem questiono a virgindade de Maria, porque essa parece-me inquestionável, Maria não era virgem! Só o reforço do preconceito milenar, do pecado original, associado ao sexo é que permitiu manter viva a ideia da imaculação  da mãe de Jesus. Porque razão o filho de deus, mesmo tendo sido feito homem de carne e osso, tinha que ser diferente de todos os outros homens feitos de carne e osso, tanto no nascimento como na morte?

Mesmo que por absurdo Maria tivesse concebido Jesus e mesmo assim permanecesse virgem, certo é que não morreu virgem. A prova documental encontra-se nos escritos da bíblia. Nesse livro existe uma pequena referência aos cinco irmãos de Jesus, que se presume terem sido filhos de Maria e sobre esses as escrituras não fazem referência à forma como foram concebidos. O anjo Gabriel que cedeu o sémen , por  intercessão do espírito santo e assegurou a fertilização de Maria,  ausentou-se dessa assistência, quando Maria engravidou dos irmãos de Jesus, deixando possivelmente para José essa incumbência.

Curioso ou não, coincidência ou não, este comportamento do anjo Gabriel é em tudo idêntico ao comportamento de alguns saltimbancos machos, que se aconchegam no calor da luxúria, mas que depois desviam a assunção  da responsabilidade paternal unicamente para a mãe. Os cristãos ainda hoje celebram a Assunção de Maria no dia 15 de Agosto. Este culto encerra em si mesmo um dos mais controversos dogmas dentro da igreja católica - O culto de Maria.

A verdade inquestionável sobre a assunção de Maria traduz-se basicamente por isto:

Maria por ter sido mãe de Jesus e sobretudo, acrescento eu, por ter sido abandonada pelo pai biológico da criança, ganhou o seu lugar celestial de corpo e alma junto de seu filho.

É fácil perceber que as fundações do cristianismo têm alicerces na adaptação de cultos pagãos e como tal o messias salvador não poderia nascer num dia qualquer. Qual seria então o melhor dia para uma criatura espiritualmente superior, nascer de uma virgem?
25 de Dezembro claro!

Esta data foi criterosamente escolhida, pelos altos dignitários da igreja cristã muito depois de Jesus já ter falecido, aliás tenho dúvidas que ele próprio soubesse em que dia nascera. Em nenhum versículo da bíblia está escrito que Jesus nasceu a 25 de Dezembro, mas mesmo considerando que pudesse ter nascido nesse dia, vejamos o que relata a bíblia a propósito do nascimento do messias:

A bíblia refere que alguns pastores, guiados por um anjo, acorreram ao estábulo onde Jesus nascera, para lhe prestarem adoração.
Em primeiro lugar este anjo era possivelmente o pai biológico da criança que terá pedido auxílio quando viu a sua mulher a entrar em trabalho de parto. Ele até pode ter pedido auxílio mas de certeza que não o pediu aos pastores no dia 25 de Dezembro, pelo menos parece pouco plausível. Por essa altura de Inverno os pastores não apascentam rebanhos na Galileia, primeiro porque faz muito frio, depois porque o terreno é demasiado árido nesta altura do ano para que os rebanhos tivessem pasto no solo. Os pastores só na Primavera é que regressam aos campos áridos e semidesérticos para apascentar o gado. Para que a história do nascimento de Jesus tenha algum sentido, ele deve ter nascido na Primavera, mês de Março ou Abril, ou então, o seu nascimento entrou no domínio dos produtos do folclore e das lendas populares.

Então chegados a este ponto, porque é que a igreja escolheu o dia 25 de Dezembro?

O significado original do 25 de Dezembro é que nesse dia, os pagãos festejavam o dia  do regresso do sol.
No 21 de Dezembro ocorre o solstício de inverno, que é o dia mais curto do ano e desse modo é uma das efemérides mais importantes do calendário. Essa efeméride deve ter assumido contornos divinos na antiguidade e durante muitos séculos. O 25 de Dezembro era o primeiro dia onde os antigos podiam notar claramente, que os dias se estavam a tornar maiores e que a luz do sol estava de regresso. Ainda hoje temos um adágio popular que nos transmite relativamente ao crescimento dos dias : "... depois do natal, saltinho de pardal!"

Então, o 25 de Dezembro, antes de mais, tem por base uma tradição de culto astronómica e só muito depois apareceu o mito do nascimento de Jesus nesta data.


Assim, por que razão a Igreja Católica escolheu o 25 de Dezembro para lembrar o nascimento de Jesus com uma missa ou ceia? Como ninguém sabia o dia em que Jesus nasceu , a Igreja Católica tomou o livre arbítrio de escolher essa data. Nos primórdios da Igreja havia a pretensão de estender o seu domínio aos cultos pagãos, que por essa altura ainda eram maioritários entre as populações Romanas. E assim, viu nessa data uma oportunidade de substituir o festas pagãs de culto ao Sol, por um dia  de santidade cristã.

O ideia era mais ou menos esta: substitui-se uma festividade com raízes populares mas mundanas, por uma festividade que fizesse a apologia das virtudes da igreja assentes no nascimento do seu fundador. De outro modo, a Igreja teria deixado um vazio onde antes havia uma tradição de longas datas, o risco era que estes cultos  estavam de tal forma enraizados que seria imprudente simplesmente eliminá-los e isso poderia provocar um enorme descontentamento popular assim como, provocar o regresso generalizado das práticas  politeístas do paganismo.

Concluindo a data do 25 de Dezembro foi criada pela Igreja Católica por uma questão de diplomacia cínica, com contornos obscuros que tinham por objectivo acabar "docemente" com os cultos ímpios dos pagãos.

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Casamento Homossexual - Arcebispo de Braga insiste na realização do referendo

terça-feira, 22 de dezembro de 2009


Mesmo depois de o governo português ter aprovado  a proposta de lei, que legaliza o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, alguns prelados da Igreja Católica insistem no absurdo do referendo.

Começa a ser insuportável a ingerência desta confissão religiosa nos assuntos que são da responsabilidade do estado e da liberdade individual de cada um. As liberdades individuais não são referendáveis, metam lá isso no juízo. No caso do casamento entre pessoas do mesmo sexo, em que é que isso interfere nas liberdades comuns?
 A Igreja Católica ainda não percebeu que o estado Português é laico e a liberdade dos indivíduos não é manipulável a pretexto da fé.
Exigir o referendo para esta situação em concreto,  é tão absurdo como seria absurdo para o estado, exigir que a Igreja Católica fosse obrigada a realizar casamentos entre homossexuais.
Desengane-se quem pensa que Portugal é um país maioritariamente católico, porque não o é de facto.
O referendo sobre a despenalização da IVG foi uma prova disso mesmo.
Portugal é um país socialmente de maioria laicista e ainda bem para a nossa democracia, pois de contrário, teríamos uma maioria de fanáticos estropiados mentais, a revolver a barbárie das fogueiras do santo ofício.

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