As mais belas imagens do Hubble

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Para comemorar 19º aniversário, o "Feira das Comendas" presenteia os seus leitores com algumas das mais belas imagens captadas pelo do Telescópio Espacial Hubble (HST).

(para ampliar clicar na imagem)













PUBLICAÇÃO : O COMENDADOR

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Telescópio Espacial Hubble 19º Aniversário

O telescópio espacial Hubble faz na próxima 6ª- Feira 19 anos.

Lançado pela Nasa a bordo do vai-vem Discovery em 1990, o telescópio fez mais de 880 mil observações, captou mais de 570 mil imagens, correspondendo a 29 mil corpos celestes, tendo inclusive já ultrapassado o seu tempo de vida útil inicialmente previsto, que era de 15 anos.

Assim que o telescópio foi montado e começou a enviar as primeiras imagens, logo se percebeu que tinha um problema no seu espelho principal de 2,40 metros, problema esse designado por aberração focal, uma espécie de miopia, que impedia o telescópio de focar correctamente os objectos em alguns comprimentos de onda.

O problema viria a ser resolvido em 1993 com a colocação de uma óptica de correcção nos seus instrumentos.

A grande vantagem do telescópio espacial prende-se com a possibilidade de efectuar observações com ausência de atmosfera, a atmosfera torna os observatórios terrestres muito mais limitativos apesar de muitos possuírem espelhos muito mais potentes do que o Hubble.

O Hubble continuará assim a cumprir a sua missão de abrir uma janela para os confins do universo, missão essa que tem cumprido com grande distinção.

PUBLICAÇÃO : O COMENDADOR

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Curiosidades - Os maiores mistérios da humanidade (parte 3)

O caso Roswell


Não há dúvidas que o incidente Roswell é o caso OVNI mais escrito, discutido e pesquisado do mundo. Aconteceu em Julho de 1947, quando uma tempestade de trovões acontecia sobre o deserto próximo de Corona, Novo México (EUA).

O Governo americano teria recolhido de 2 a 8 corpos de supostos extraterrestres e os terá levado para uma base secreta, a famosa área 51

William “Mack” Brazel, gerente de um enorme rancho, ouviu um forte barulho a meio da noite. Não parecia soar como um trovão, então no dia seguinte ele percorreu o seu rancho para ver se os raios e a trovoada tinham causado algum estrago . O que ele encontrou foi uma profunda “fenda” na terra, como se algo grande tivesse se chocado e arrastado por mais de 1200 metros espalhando pelo local destroços muito estranhos.

Um vizinho juntou-se a Brazel no local e, juntos, levaram consigo amostras dos fragmentos. Isso incluía um material coberto por símbolos estranhos. Logo na altura perceberam que esse estranho material não ardia. Os destroços eram também feitos de um material leve mas muito resistente, que quando dobrado ou amassado voltava a sua forma original e era impossível de ser cortado. Resolveram apresentar o caso às autoridades locais.

Tendo em conta que algumas semanas antes do acidente, diversos moradores do local relataram a presença de estranhos “discos voadores” zigue-zagueando pelos céus do Novo México, o xerife optou por notificar a Base da Força Aérea de Roswell.

Um oficial da inteligência, Major Jesse Marcel, foi enviado para investigar o caso recolhendo os destroços e levando-os para a base militar de Wright Field, em Ohio, onde se armazenavam os equipamentos inimigos capturados.

Posteriormente hove um comunicado à imprensa que dizia:

“Os rumores sobre discos voadores se transformaram em realidade ontem quando o oficial da inteligência do 509° Grupo Bombardeiro do Oitavo Quartel da Força Aérea – Campo Aéreo Roswell – teve sorte suficiente para ter nas suas mãos um disco, através da cooperação de um dos rancheiro locais e do escritório do xerife. O objecto voador pousou em um rancho próximo a Roswell na semana passada.”

A nota de imprensa dizia ainda que os fragmentos tinham sido levados para uma outra base.

Rapidamente, a história foi alterada e retratada de maneira diferente pela mesma fonte oficial que dera a informação inicial, o tenente Walter Haut.

"Tudo não passava de um engano embaraçoso, admitiu ele. O local do acidente foi selado e Brazel foi mantido sob prisão domiciliar durante uma semana. Foi-lhe comunicado para não comentar com ninguém sobre o que ele viu."

Para acalmar a especulação da imprensa – e haviam chamadas vindas de todo o mundo – uma declaração oficial anunciou que os destroços nada mais eram que um balão meteorológico, e fora enviado para o Oitavo Quartel da Força Aérea, em Fort Worth, no Texas, onde foi exposto para os fotógrafos.

Nesse momento, realmente pareciam destroços de um balão meteorológico. O que ninguém perguntou, foi como foi possível a oficiais militares experientes ter confundido fragmentos delgados de alumínio e pedaços de madeira com restos de um OVNI, nem se pensou em perguntar como um balão poderia ter produzido a enorme quantidade de detritos que foram encontrados espalhados no local.

Tudo permaneceu esquecido até 1978, quando Marcel, reformado da Força Aérea Americana, foi procurado pelo físico nuclear e pesquisador de OVNIs Stanton Friedman, e resolveu então falar sobre o assunto.

Segundo disse aos investigadores, ele estava convencido que os destroços exibidos em Fort Worth não eram os destroços que ele tinha recolhido. As fotos que tirara para a conferência de imprensa no dia seguinte, com os fragmentos do balão, foram feitas contra a vontade dele, por ordens de oficiais superiores. Roswell era na época a base para a unidade da bomba atômica americana, e Jesse Marcel era o oficial de informações. Ele sabia que os destroços com que lidara não eram os de um balão. Na verdade, não se pareciam com nada que tivesse visto antes.

A quantidade de material recolhida no local era absolutamente maior que qualquer balão pudesse produzir, e o material espalhara-se por uma superfície de mais de 1200 metros, indicando que o objeto teria explodido antes de atingir o chão, enquanto se deslocava a alta velocidade. “Ficou bem óbvio para mim”, explicou ele, “que estava acostumado com atividades aéreas, que não se tratava de um balão meteorológico nem de um avião ou míssil.”

No caminho de regresso para a base, o major Marcel parou em casa para mostrar os destroços do aparelho para a esposa e o filho pequeno Jesse, o que provavelmente não teria feito se os restos se tratassem de um balão ou sonda militar secreta.

Quando os relatos de Marcel ressurgiram, iniciaram uma avalanche de especulações e informações sobre o incidente de Roswell, e sobre a possibilidade de na mesma época, a USAF (Força Aérea do Estados Unidos) tivesse recolhido um ou mais OVNIs intactos de outros locais no Novo México, contendo os corpos de tripulações alienígenas.

A 240 quilómetros de Roswell, o engenheiro Grady Barnett, descrito por quem o conhecia como uma testemunha confiável, reportou a descoberta de um OVNI completo mas avariado, contendo os corpos sem vida da tripulação. Na sua descrição, os seres recolhidos não eram como humanos. as suas cabeças eram redondas, seus olhos pequenos e não tinham pelos. Os olhos eram estranhamente espaçados. Eram muito pequenos para os nossos padrões, e as suas cabeças maiores em proporção aos seus corpos do que as nossas. as suas roupas pareciam ser de uma peça e de cor cinza metálica.

Algumas testemunhas afirmam que pelo menos um extra-terrestre terá sido recuperado vivo. Houve o testemunho de uma enfermeira que viu vários pequenos corpos; um piloto voou sobre alguns pequenos engradados os quais segundo fora informado, continham os corpos dos ET's que seriam enviados para a Base Aérea de Wright Patterson; e um coveiro local, Glenn Dennis, funcionário da casa funerária Ballard Funeral Home que prestava serviços fúnebres para a base militar, afirma que em julho de 1947 ele fora procurado pelos militares e lhe foram encomendados vários de seus menores caixões.

Em 1994, a USAF assumiu que os factos de Roswell foram encobertos – mas a sua versão oficialé que eles estavam encobrindo um projecto “ultra-secreto”, chamado Projeto Mogul, que teria como finalidade colocar sensores acústicos em balões para detectar testes de armas atômicas soviéticas.

Apesar do caso Roswell ter acontecido há muito tempo , e muitas das principais testemunhas já terem morrido (algumas mortes de testemunhas-chave aconteceram sob circunstâncias misteriosas), o nível de minúcia e de qualidade das pesquisas realizadas significa que a maior parte dos investigadores estão convencidos que O incidente de Roswell se deveu à presença de ONVI's e acrescenta à enorme quantidade de evidências que indicam que os governos de todo o mundo todo estão unidos para ocultar estes factos do público em geral.

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Auditorias do Tribunal de Contas - Presidentes de Câmara pagam multas com dinheiros do orçamento municipal

terça-feira, 21 de abril de 2009

É sabido que muitos municípios não cumprem com os procedimentos contabilísticos que são impostos pelo tribunal de contas.

Quando são feitas as auditorias pelo tribunal de contas e são detectadas irregularidade, isso pode traduzir-se em coimas para o executivo camarário (presidente e vereadores), como é o caso do município da Feira, as coimas também podem penalizar os vereadores da oposição, mesmo sem pelouro atribuído, basta que tenham tido responsabilidade na aprovação de algumas decisões que venham a ser consideradas como irregulares.

O que é extraordinário no meio disto, é o expediente que muitos usam para pagar as multas.

O dinheiro simplesmente é retirado do orçamento camarário, o que é ilegal segundo o presidente do tribunal de contas Guilherme d'Oliveira Martins.

E esta hein!

Temos aqui uma situação clássica onde a incompetência é auto-regulada com o dinheiro dos outros, ou seja, estes senhores pagam os custos da sua própria incompetência com mais uma ilicitude.

Isto poderá indiciar um crime de peculato e abuso de poder.

Ponha-se a justiça a funcionar e condene-se os Xicos-espertos prevaricadores.

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Arrifana - Perpetuação evocativa das invasões Francesas

Dário Matos, presidente da junta de freguesia de Arrifana está em alta.

O homem que até há bem pouco tempo era um ilustre desconhecido, saltou para as luzes da ribalta e nunca imaginou por certo, que um dia poderia vir a ser uma personagem tão mediática.

A imprensa falada e escrita tem-se enfileirado para conseguir um registo seu. São reportagens televisivas, são entrevistas na rádio, enfim, o homem deve ter alguma dificuldade em lidar com este sucesso todo.

Todo este protagonismo lhe advém da recente recriação histórica, que aconteceu na freguesia de Arrifana com o nobre propósito (nem duvido que foi só esse!) de evocar os 200 anos das invasões Francesas, invasões essas que no seu tempo, deixaram um rasto de tragédia e de morte por esta terra.

Numa entrevista que ouvi numa das rádios locais, Dário Matos dizia, que gostava que esta recriação histórica pudesse ser feita todos os anos, mas lamentava-se, que tal seria impraticável e impensável devido aos custos que isso acarretaria.

Para contornar o problema, Dário Matos revelou-se um homem genial. Vai propor em assembleia de freguesia, que a junta de freguesia mande celebrar uma missa por alma dos finados, todos os dias 17 de Abril "ad eternum", deste modo, pretende um compromisso para o futuro que perpetue a memória dos finados, dos trágicos acontecimentos de Arrifana.

Ora aqui está a simbiose perfeita entre o profano e o religioso, entre o estado e a igreja e entre o delírio e a racionalidade! As almas finadas do massacre vão deixar as tormentas do purgatório e seguirão todas rumo ao céu. Este é o preço justo para a valentia patriótica de quem se refugiou na igreja.

Desconheço a como anda o preço da missa lá por Arrifana, sei que se fosse em Paços de Brandão a junta ainda teria que gastar um dinheirito, é que mandar rezar missas por alma de 71 finados a 10 euros por cada alma custa 710 euros.

Acredito que o padre de Arrifana não veja nesta intenção tão altruísta, uma oportunidade de negócio e faça uma celebração colectiva, cobrando apenas uma missa.

Dário Matos, com esta acção visionária, coloca também alguma ordem naqueles que já viam neste acontecimento, mais uma boa oportunidade para confundir a evocação de uma tragédia histórica com a cultura do circo.

Para alguns, deve deixar alguma mágoa que não existam mais retratos de tragédias históricas no concelho, isso seria sempre um bom motivo para evocar a cultura e montar a tenda de circo e assim teríamos recriações e fantochada itinerante o ano inteiro.

Por terras de Santa Maria quer se goste, quer não se goste, quer se veja, quer se seja vesgo, a grande cultura que existe, é a cultura do esgoto e da sarjeta entupida, e nisso não tenho dúvidas que devemos ser os melhores a nível nacional.

PUBLICAÇÃO : O GADANHA

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Curiosidades - Os maiores mistérios da humanidade (parte 2)

Combustão Humana Espontânea - A morte de Jeannie Saffin


A morte de Jeannie Saffin é apontada por muitos como prova incontestável do fenómeno da combustão humana espontânea. É na verdade um dos únicos casos testemunhados em que a vítima se incendiou sem razões e causas aparentes.

Às 4 da tarde de uma quarta feira de Setembro em 1982, Jeannie Saffin, que tinha 61 anos, mas a idade mental de uma criança de 6, estava sentada na cozinha de sua casa quando repentinamente foi envolvida por chamas.

O seu pai de 82 anos, que estava sentado numa mesa próxima, disse que viu um clarão pelo canto dos olhos e quando se virou viu a filha coberta por chamas, principalmente na boca e nas mãos.

Segundo o senhor Saffin, Jeannie não emitiu nenhum ruído. Ficou parada enquanto era consumida pelas chamas.

Enquanto o senhor Saffin tentava apagar as chamas com água seu enteado Donald entrou na cozinha e viu Jeannie sentada “soltando fogo pela boca como se fosse um dragão”.

Os dois finalmente conseguiram conter as chamas e chamar a assistência médica.

De acordo com os paramédicos a cozinha estranhamente não apresentava marcas de chamas ou fumo. As suas roupas também não sofreram grandes queimaduras.

Jeannie entrou em coma no hospital e morreu 8 dias depois.

Os agentes forenses que investigaram a morte da mulher não puderam encontrar uma causa para sua combustão.

A única teoria capaz de explicar o caso até hoje é a de que Jeannie se consumiu pelo fogo de dentro para fora sem causa ou razão aparente.

Chuva vermelha em Kerala


De Julho a Setembro de 2001 ocorreram vários episódios de chuva vermelha na cidade de Kerala, Índia. Chuvas amarelas e pretas também foram testemunhadas.

As chuvas foram acompanhadas por eventos estranhos. Estrondos e brilhos de origem desconhecida, bosques inteiros com queimaduras nas folhas das árvores e arbustos com folhas enrugadas ou ressecadas.

A versão oficial do governo indiano é que a coloração é causada por esporos de algas vermelhas conduzidos pelo ar.

K.K. Sasidharan Pilla, cientista do Departamento de Meteorologia da Índia atribuiu a chuva vermelha a partículas emitidas vulcão Mayon, nas Filipinas, que estava em actividade naquela altura. Segundo o Dr. Pilla é possível que as partículas tenham sido conduzidas pelo vento e se precipitado junto com a chuva, explicando a coloração e a queimadura nas folhas das árvores.

Os cientistas Louis e Kumar, da Universidade Mahatma Gandhi, em Kottayam, acreditam que as partículas são de origem extra-terrestre. Segundo eles a região teria sido atingida por um cometa (o que explica o clarão e o estrondo) que libertou as partículas na região. A dupla concluiu que os microorganismos encontrados na chuva são de origem orgânica e apresentam características bastante particulares, como a capacidade de se desenvolver a 300ºC.

Até hoje os cientistas não conseguiram reunir consenso nesta matéria.


O Sinal WOW!


Na noite de 15 de Agosto de 1977 o astrónomo Jerry Ehman, da Universidade de Ohio observava a saída dos dados que informavam a potência e a duração dos sinais recebidos pelo radio-telescópio Big Ear.

O telescópio fazia parte do projecto SETI que ausculta o céu em busca de sinais de inteligência extra-terrestre.

A maior parte dos sinais captados era de objectos celestes conhecidos que produzem sinais de rádio como as galáxias e os satélites, mas então repentinamente um pequeno sinal começou a crescer até atingir o seu máximo e então decrescer e desaparecer completamente. No total o sinal teve um tempo de duração de 72 segundos, mas o mais surpreendente era a sua intensidade, era tão forte que o a agulha extrapolou os limites o papel onde se efectuava o registo dos dados.

Completamente atónito, sem muito tempo para pensar em descrições cientificamente precisas, Ehman escreveu ao lado do código que representava, na impressão feita pelo computador, a intensidade do sinal: WOW!

O sinal de 420.456 MHz foi o mais forte capturado pelo radio telescópio em 14 anos de operação. O tempo de sua duração também chamou atenção. Setenta e dois segundos é exactamente o tempo que a rotação da Terra levaria para girar o telescópio através de um sinal vindo do espaço.

O sinal foi captado vindo da região da constelação de Sagitário.

Até hoje nenhuma teoria conseguiu explicar a origem do sinal.

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Curiosidades - Os maiores mistérios da humanidade (parte 1)

segunda-feira, 20 de abril de 2009

O "Feira das Comendas" propõem-se fazer uma abordagem sintética sobre os maiores mistérios que intrigam a humanidade e a comunidade científica.

Para tal irão ser publicados uma série de artigos ao longo dos próximos dias sobre esta temática.

Os artigos foram adaptados de várias fontes e apenas têm a pretensão de dar a conhecer em jeito de curiosidade, alguns dos maiores enigmas que continuam sem explicação.

Como a pesquisa não foi muito aprofundada, é natural que para alguns destes casos, possam existir já explicações mais ou menos aceites.

As Linhas de Nazca



Desenhadas na planície do deserto de Nazca, no Peru, estão gigantescas figuras difíceis de ver ou perceber do chão, chamadas de geóglifos. Nada se sabe sobre quem as criou, porque as criou ou como as criou. Os desenhos, que podem chegar até 270 metros de comprimento, representam figuras detalhadas, geralmente animais ou plantas, ou padrões geométricos e se só foram descobertas por volta de 1930 quando foram sobrevoadas de avião pela primeira vez.

Alguns escritores, como o suíço Erich von Däniken, afirmam que os desenhos não poderiam ser criados com a tecnologia da época e que são provas do contacto de seres extra-terrestres com os povos da região.

Mas um grupo de pesquisadores comandando por Joe Nickel da Universidade de Kentucky foi capaz de reproduzir alguns dos desenhos sem o auxílio de aviões usando a tecnologia disponível há mais de 2000 anos.

Alguns estudiosos acreditam que as figuras têm razões religiosas e foram criadas de tal forma para que os deuses pudessem lê-las. Outros acreditam que são desenhos astronómicos, que poderiam ser usados como calendários e para registar a órbita de alguns planetas. Muitos apontam como prova a figura de um macaco, cuja calda descreveria a trajectória orbital dos planetas de nosso sistema solar.

Seja qual for a verdade, a ciência e os pesquisadores ainda não chegaram a um consenso.

O Manuscrito de Voynich


O Manuscrito de Voynich é um documento medieval ilustrado escrito numa linguagem desconhecida.

O documento foi baptizado com o nome do americano de descendência polaca Wilfrid M. Voynich, um comerciante de livros antigos que adquiriu o manuscrito em 1912 numa escola jesuíta localizada nas proximidades de Roma.

Pesquisas posteriores apontaram para evidências de que o primeiro proprietário do manuscrito poderia ter sido o Imperador Rodolfo II da Boêmia. Conhecido como um dos monarcas mais excêntricos da história da Europa é sabido que Rodolfo II foi um grande patrono e entusiasta da alquimia e astronomia.

Desde sua aquisição em 1912 o manuscrito passou pelas mãos de vários especialistas. Criptologistas ingleses e americanos, especializados em quebrar códigos nazistas durante a Segunda Guerra, tentaram em vão decifrar se conteúdo.

Evidências sugerem que o livro teria sido produzido no século XVII.

Um estudo de suas ilustrações indica que o manuscrito possa ser dividido em seis partes: ervas, astronomia, biologia, cosmologia, farmácia e receitas.

Cabelos de Anjo


Cabelo de Anjo é uma substância de origem desconhecida que cai do céu e desaparece ao menor contacto físico. Seu nome vem de sua semelhança com fios de cabelos bem finos, ou teias de aranha.

A ocorrência da queda de Cabelos de Anjo foi observada em vários lugares do planeta, especialmente nos Estados Unidos, Europa Ocidental, Austrália e Nova Zelândia.

Muitos acreditam que a substância é deixada por discos voadores já que são comuns os relatos de aparição de OVNIS quando os Cabelos de Anjo são encontrados.

Os cientistas ainda não foram capazes de encontrar uma explicação para o fenómeno, mas alguns biólogos afirmam que a substância pode ser formada por teias de aranha, citando a existência de algumas espécies de aranha que vivem nas copas de árvores e se movem “voando” através das correntes de ar.

Na década de 90 um caso particularmente interessante aconteceu em Alessandria, Itália. A cidade amanheceu coberta pelos filamentos misteriosos: casas, carros, ruas.

Cientistas analisaram amostras e concluíram que o material era sintético, descartando, portanto, a teoria de ser teia de aranha.

Como se percebe o mistério ainda está longe de estar desvendado pela comunidade científica.

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Within Temptation - Forgiven

domingo, 19 de abril de 2009

Talvez uma das músicas mais divinas que já ouvi, a voz celestial da Sharon Den Adel transporta-nos no tempo e nas emoções.
Esta música faz parte do álbum "The heart of everything" da banda holandesa Within Temptation.



Forgiven - Within Temptation

Couldn't save you from the start
Love you so, it hurts my soul
Can you forgive me for trying again?
Your silence makes me hold my breath
Oh, time has passed you by

Oh, for so long I've tried to shield you from the world
Oh, you couldn't face the freedom on your own
Here I am left in silence

You gave up the fight
You left me behind
All that's done's forgiven
You'll always be mine
I know deep inside
All that's done's forgiven

I watched the clouds drifting away
Still the sun can't warm my face
I know it was destined to go wrong
You were looking for the great escape
To chase your demons away

Oh, for so long I've tried to shield you from the world
Oh, you couldn't face the freedom on your own
And here I am left in silence

You gave up the fight
You left me behind
All that's done's forgiven
You'll always be mine
I know deep inside
All that's done's forgiven

I've been so lost since you've gone
Why not me before you?
Why did fate deceive me?
Everything turned out so wrong
Why did you leave me in silence?

You gave up the fight
You left me behind
All that's done's forgiven
You'll always be mine
I know deep inside
All that's done's forgiven


PUBLICAÇÃO : O COMENDADOR

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Sector corticeiro vive em estado de hecatombe latente e desmoronamento quase irreversível

Mais uma vez, trago cá a situação de pré- calamidade que se vive no sector corticeiro, com o futuro próximo, demasiado negro para os trabalhadores corticeiros e para a viabilidade e sustentabilidade económica da maioria das pequenas e médias empresas.

A situação de crise económica não justifica tudo o que de mal está a acontecer neste sector ainda muito tradicional da indústria portuguesa.

O problema que está a arrastar as empresas para o colapso económico é mais grave e mais antigo do que a própria crise económica, é um problema estrutural e muito específico que resulta da própria actividade do sector.

Qualquer industrial corticeiro e mais concretamente qualquer industrial do segmento rolheiro confronta-se hoje com um dilema problemático:

O que fazer com o produto rolha que se acumula em stocks por falta de mercado?

Quem conhece os meandros do sector sabe que a compra e acumulação da matéria-prima (cortiça) em estaleiro é problemática e de grande risco, primeiro porque envolve um grande dispêndio de recursos financeiros, depois porque a necessidade de estabilizar a matéria prima por longos períodos de tempo em estaleiro (mais de 1 ano) comporta um enorme risco, tudo por causa das flutuações de mercado, ou seja, se a matéria-prima hoje é comprada a um determinado preço isto não significa que, quando o produto final (rolha) chega ao mercado (é vendido) o seu preço de venda reflita os custos e as margens de lucro em função do preço da matéria-prima, normalmente o preço do produto é ditado pelo próprio mercado (oferta e procura). Isto cria alguns desequilíbrios que numa situação de estabilidade de mercado são superados, e até potencialmente vantajosos com o crescimento da procura, mas numa situação de baixa procura como a actual cria desequilíbrios críticos para a sustentabilidade económica das empresas, a grande dificuldade reside na impossibilidade de realizar o dinheiro que foi gasto na compra de matéria-prima e pelo facto de actualmente essa matéria-prima estar a metade ou a um terço do preço. Isto arrasta inevitavelmente o preço da rolha de cortiça para o ajustamento ao preço da matéria-prima.


O ciclo da rolha de cortiça desde a compra da matéria-prima até ao recebimento do dinheiro apurado com a venda do produto é demasiado longo, pode chegar a ser superior a 2 anos. Isto não é sustentável em nenhum ramo de actividade e muito menos numa situação de crise como a que se vive e que gera uma grande desconfiança quanto ao futuro. Outro problema com que se deparam os pequenos e médios empresários é venderem hoje e só receberem daqui por 6 a 8 meses na melhor das hipóteses, quem vende arrisca-se mesmo a que quando chegar a altura da liquidação das facturas, as empresas distribuidoras e compradoras já nem existam.

Isto por si só já é dramático, mas o problema pode agravar-se ainda mais se houver uma concorrência desleal no mercado com empresas a venderem a baixo do preço de custo para realizar dinheiro, estrangulando o mercado às empresas que eventualmente até tenham uma situação económica mais estável.

Ora, a situação actual existente reflecte a pouca procura de vedantes de cortiça natural, tudo porque cada vez se consome menos vinho e também cada vez mais a concorrência dos vinhos no mercado obriga os engarrafadores e as adegas a procurarem reduzir nos custos, optando por vedantes mais baratos (plástico, metálicos, sintéticos e rolhas técnicas, que embora sendo de cortiça transformada também concorrem no preço com a produção de rolhas naturais).

Outros aspectos poderiam aqui ser focados, a começar pelo recente programa de apoio do governo ao sector corticeiro, que na minha opinião irá contribuir decisivamente para afundar ainda mais as pequenas e médias empresas do sector e passo a explicar:

O programa de apoio à indústria corticeira pressupõe que as empresas cumpram uma série de critérios para se poderem candidatar, um desses critérios passa pela elaboração de uma candidatura, logo qui temos o primeiro problema, a grande maioria das pequenas e médias empresas não possui uma estrutura administrativa capaz de elaborar essa candidatura, sendo que neste caso, a associação dos empresários do sector (APCOR) poderia ter um papel importante no apoio a prestar ao desenvolvimeto dessas candidaturas, não sei com sinceridade se está nos seus horizontes fazê-lo, mas tenho sérias dúvidas que o queira fazer, já que a APCOR é liderada pelos grandes empresários e grandes grupos económicos do sector. Depois também não será fácil para as pequenas empresas, mesmo conseguindo aceder ao programa de apoios económicos e concessão de linhas de crédito com juros baixos através da aprovação das suas candidaturas. É que ao fim de algum tempo de carência é necessário pagar os créditos obtidos e neste momento não existe um clima de grande confiança no futuro do sector, ao contrário do que possa parecer, a maioria dos industriais teme pela quase extinção do sector, pelo que faz pouco sentido fazer investimentos quando ninguém tem a certeza de que possa sobreviver por muito mais tempo.

Só alguns pequenos (muito poucos) e médios (talvez uns poucos) oportunistas de ocasião, irão lambuzar-se com estes apoios já que no imediato poderão resolver alguns problemas de liquidez , mas é quase certo que não irão cumprir com as obrigações a que se comprometem nas candidaturas e seguramente também, nada lhes deverá acontecer (neste país é assim, quem não cumpre com o que se compromete não lhe acontece nada, veja-se o caso dos contratos de investimento do estado português com o grupo Amorim), isto não será mais que um balão de oxigénio fresco para uns meses e depois logo se verá, pode ser que venha da parte do estado mais alguns incentivos interessantes para oxigenar a latência moribunda das suas empresas.

Finalmente teremos os grandes, os verdadeiros papões, com todo um staff interno ao serviço do desenvolvimento destas candidaturas. É com estes que a banca tem mais cuidado e exige maiores garantias para injectar liquidez nas suas empresas, o tal pacote de apoios disponibilizado pelo governo será uma espécie de bênção divina, que lhes permitirá fazer face a algumas dificuldades no imediato e que ao mesmo tempo lhes dará fôlego para continuar a sua política de espezinhamento sem misericórdia aos pequenos e médios empresários do sector que ainda tenham espinha dorsal erecta. A selvajaria cruel anda à solta e vale de tudo para aniquilar a concorrência, nem que para isso se conte com a ajuda de algum plano de apoio económico. A lógica é oferecer rolhas nos mercados externos ao preço da uva mijona.

Outro problema é a acção concertada dos grandes grupos económicos para definir os preços da apara. Ainda recentemente os preços da apara (desperdícios de cortiça resultantes da fabricação de rolhas naturais que servem de matéria prima à indústria granuladora e de aglomerados compósitos) desceram cerca de 30% e mesmo assim com descontos a rondar os 20%, significa isto que os pequenos e médios empresários terão uma quebra de facturação muito significativa na venda deste subproduto, que embora seja um desperdício resultante dos processos de fabricação permite por exemplo que as empresas possam quase assegurar as despesas com o pessoal com essa venda.

A dimensão desta quebra será inevitavelmente reflectida ou no número efectivo de trabalhadores ao serviço da empresa ou na extinção do numerário adicional (prémios) que os trabalhadores ainda auferiam nestas empresas.

Para concluir, não acredito que o tal plano de apoios possa alavancar de forma decisiva e sustentada a apatia moribunda em que o sector mergulhou. É possível que possam sobreviver alguns nichos de produção, mas o grosso da coluna irá naufragar inexoravelmente...

Numa frase diria que se respira actualmente no sector, o estado de hecatombe latente, que à menor oscilação transitará imediatamente para o estado de desmoronamento irreversível.

Que soluções para inverter este quadro tão negativo?

Serão por certo muito difíceis de implementar e talvez exijam um esforço que a maioria das PME's do sector não estarão preparadas para suportar, a dependência extrema dos grandes grupos económicos não lhes permitirá infelizmente, comandar o próprio destino em termos de esperança no futuro, esse desiderato dependerá sempre do mercado e dos consumidores em última instância.

As consequências serão terríveis do ponto de vista social. O fecho de empresas em catadupa conduzirá em igual medida ao desemprego. Não se vislumbrando saídas profissionais para estas pessoas, daí advirão por certo males maiores para o concelho e para o país, é inevitável que assim seja.

Estarão os nossos lideres locais e nacionais preparados para o que aí vem?

Alguém dizia em tom de profecia que podemos estar bem perto de um levantamento social sem precedentes com conflitos sociais generalizados, que poderão levar a uma revolução, um verdadeiro Apocalipse...a haver uma revolução que signifique uma efectiva decapitação neste modelo de desenvolvimento que já se provou estar esgotado.

Que se permita que todos entrem no jogo, não se baralhe as cartas para depois se repartir sempre pelos mesmos.



PUBLICAÇÃO : O GADANHA

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Arrifana - Comemorações do bicentenário das Invasões Francesas

sábado, 18 de abril de 2009

O concelho de Santa Maria da Feira está de facto mergulhado numa estranha tendência, sobejamente inusitada, para o ridículo e para o absurdo.

Depois das comemorações da semana santa patrocinadas pela Câmara Municipal e com o envolvimento organizativo da empresa municipal "Feira Viva", tudo em nome do incremento na atracção turística, eis-nos diante das comemorações do bicentenário das invasões francesas, invasões essas, que deixaram um legado trágico por terras de Santa Maria, mais concretamente em Arrifana e Mozelos.

Desta feita, alguém com um grande sentido de zelo para a aberração histórica, lembrou-se de comemorar o bicentenário das invasões francesas, como se esse facto tragicamente histórico fosse motivo de regozijo, de celebração e de comemoração para alguém.

O cenário está montado e até foi motivo de reportagem televisiva, a Câmara Municipal de Santa Maria da Feira tem uma larga experiência adquirida em matéria de recriações circenses, por conseguinte, não deixa os seus créditos por mãos alheias, nem que para isso tenha que recorrer à morbidez de teatralizar um cenário bélico, com mortos e tudo...

Diz o vereador da cultura, Amadeu Albergaria:

“Impunha-se assinalar a efeméride com um diversificado programa de actividades, para manter vivo este capítulo da história local e homenagear a coragem e valentia das nossas gentes”.

Eu até concordo que se deva assinalar a efeméride, de modo a que possa ser dado a conhecer o trágico massacre que ocorreu em Arrifana à 200 anos, o que já não consigo compreender é que se transforme isto numa espécie de circo, com actores e figurantes trajados a rigor.

O massacre de 70 pessoas ocorrido à 200 anos deveria merecer mais respeito e reflexão por parte de quem se propõe recriar a história.

O que seria se os habitantes de Nagasaki e Hiroshima se propusessem comemorar os bombardeamentos atómicos de que foram alvo e que dizimaram milhares de pessoas?

Assinalar um acontecimento trágico é diferente de comemorá-lo, ou não será?

Mas o programa oficial, fala em comemorações com a recriação do massacre dos "quintados" na Buciqueira e que comportará custos ao orçamento municipal na ordem dos 45 000 euros.

Para os mais mórbidos e apreciadores das coisas macabras o evento decorre até ao próximo domingo 19 de Abril.

Enfim, resta dizer que esta recriação deve fazer rebolar os massacrados nos túmulos, tal é a desfaçatez que se lhes propõem fazer algumas almas perdidas e de ideias vãs, no mundo dos vivos.

PUBLICAÇÃO : O GADANHA

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Santa Maria da Feira - Esgotos do pavilhão da Lavandeira para o Cáster

A propósito das descargas ilegais de efluentes para a ribeira do Cáster efectuadas pelo Pavilhão da Lavandeira que é gerido pela empresa municipal "Feira Viva", achei extraordinário que alguém com grande responsabilidade na situação, tenha vindo a público dizer que o caso será resolvido num espaço curto de tempo, dois a três dias.

É preciso ter lata para vir dizer isto! mas com incompetentes deste calibre já nos vamos habituando..

O bloco de Esquerda já fez esta denúncia há mais de 3 meses, inclusive o assunto foi levado à Assembleia Municipal em forma de pergunta ao executivo camarário, que na altura alegou desconhecer a situação, significa isto que durante todo este tempo nada fizeram nem diligenciaram para clarificar a matéria e agora para culminar o total desvario, vem o administrador executivo da empresa Municipal Paulo Sérgio Pais dizer que só há 6 anos é que o pavilhão passou a estar sob a alçada da gestão da empresa municipal.

Caso não tivesse havido a intervenção da brigada ambiental da GNR tudo continuaria na mesma e as descargas ilegais continuariam a poluir o rio, mesmo depois de o bloco de esquerda ter denunciado a situação e da Câmara Municipal ter conhecimento da mesma, convém lembrar que o Presidente da Câmara Municipal Alfredo Henriques e o vereador Amadeu Albergaria são concomitantemente com Paulo Sérgio Pais, Administradores da empresa Municipal.

Isto é uma afronta à inteligência das pessoas e dos feirenses em particular, e se mais razões não houvesse, esta por si só justificava que este senhor fosse imediatamente demitido do cargo que exerce com justa causa, já que, com o levantamento do auto de contra-ordenação é quase certo que virá por aí uma coima pesada.

Quem é que a vai pagar? Quem é que tem a responsabilidade de supervisionar as infra-estruturas que estão sob o controlo da empresa municipal? Para que é que serve um administrador pago ao preço de vereador?

Uma coisa é certa se este senhor Paulo Sérgio Pais estivesse como executivo de uma qualquer empresa privada, causando prejuízos incalculáveis não só na imagem da própria empresa, como dos que resultarem directamente da aplicação de coimas ou sentenças proferidas pela justiça, seria imediata e irreversivelmente colocado no olho da rua.

Portanto, faz todo o sentido que os administradores da empresa ou demitam o director executivo, ou que em alternativa se demitam solidariamente a si mesmos do cargo que ocupam, tudo porque foram altamente incompetentes.

De todo modo, apraz-me ver a celeridade com que conseguem actuar quando existe uma intervenção superior, é a chamada eficácia compulsiva quando a seringa se aproxima do rabo!

Isto revela ao mesmo tempo duas coisas; por um lado a virtude da denúncia ao ministério do ambiente, por outro o autismo e a sobranceria com que a câmara municipal encara as denúncias feitas pelos partidos mais à esquerda, nomeadamente o BE.

A população de Santa Maria de Lamas poderá agora, ficar um pouco mais tranquila quanto à resolução do problema de esgotos a céu aberto junto ao auditório da freguesia.

A denúncia já foi feita e por reiteradas vezes, falta agora a intervenção do ministério do ambiente e do auto de contra-ordenação dos serviços do SEPNA da GNR, para que o problema se resolva em 2 ou 3 dias ao invés dos 2 ou 3 anos que já leva a denúncia pública com inoperância total das entidades responsáveis. Se bem que, neste caso concreto, não me admirava nada se os responsáveis pela contaminação da Ribeira de Riomaior proveniente dos esgotos de Santa Maria de Lamas até tivessem licença para o fazer.

Se a situação degradante dos esgotos de Santa Maria de Lamas, se vier a resolver brevemente, tal como ouvi o representante do PSD, Fernando Moreira, dizer no programa "Praça da República" da Rádio Águia Azul, então só me resta dizer que estamos perante um paradoxo intrigante: O paradoxo da inépcia da denúncia (2/3 meses ou 2/3 anos) e da eficiência forçada (2/3 dias).

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Novo cartaz do Bloco de Esquerda

sexta-feira, 17 de abril de 2009

O novo cartaz que irá preencher os outdoors do Bloco de Esquerda nos próximos tempos tendo em vista a campanha para as eleições europeias 2009

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Noruega - Vai uma rapidinha?!!!

Sexo na estrada!!!

Um Norueguês foi apanhado pela polícia em excesso de velocidade. O carro seguia a mais de 130 km/h numa estrada cujo limite de velocidade era de 100 Km/h.

O automóvel levantou algumas suspeitas às autoridades norueguesas já que circulava aos ziguezagues e em alta velocidade.

Esta podia ser uma história igual a tantas outras com condutores infractores, mas o que este episódio tem de rocambolesco e insólito é que na altura em que a polícia interceptou o condutor este encontrava-se com uma mulher sentada no seu colo em pleno acto sexual.

Com a mulher em cima do condutor fica explicada a dificuldade em vislumbrar a totalidade da estrada e a necessidade de efectuar ziguezagues.

É caso para dizer que este casal norueguês estava a seguir à letra e a 130 Km/h a expressão:

"Que tal uma rapidinha?!!!"

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Detectada a mais colossal colisão entre galáxias


Um grupo de astrónomos registou o maior choque entre aglomerados de galáxias já observado.

"Trata-se do aglomerado mais espectacular e mais perturbador que já vi (...) Creio que ele pode ensinar-nos muito mais sobre como as estruturas do Universo crescem e evoluem", afirmou Cheng-Jiun Ma, da Universidade do Havai e líder da pesquisa.

O momento só foi possível ser registado graças à combinação de imagens captadas de três telescópios diferentes.

Através das informações do telescópio espacial Hubble, do Observatório Chandra e do Observatório Keck, os especialistas determinaram a geometria tridimensional e as movimentações dos aglomerados, que se encontram a 5,4 biliões de anos-luz da Terra.

Fonte: TV NET

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Ministério Publico (MP) propôs ao Tribunal Administrativo e Fiscal de Viseu a perda de mandato de Alfredo Henriques

quinta-feira, 16 de abril de 2009

O Presidente da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, Alfredo Henriques, arrisca-se a perder o mandato.

Em causa está o facto de não ter cumprido uma sentença judicial que obrigava à demolição de um prédio cuja construção foi considerada ilegal em Paços de Brandão.

Ler notícia aqui

Comentário:

"Esta é mais uma situação pouco edificante para Alfredo Henriques, que apesar de se mostrar tranquilo, não se conseguirá furtar à responsabilidade que recai sobre si próprio nesta situação.

Como foi possível licenciar aquela obra, se o resultado final saiu completamente diferente do projecto inicial?

Quem e que interesses ocultos estiveram na base da cegueira por parte de quem teve responsabilidades na fiscalização do prédio?

Interessante e revelador foi o malabarismo Ad hoc que se arranjou para contornar o problema, passando completamente por cima das determinações judiciais que já nessa altura davam razão aos queixosos.

Isto revela antes de mais, uma situação de promiscuidade e de transparência duvidosa que é intolerável num presidente de Câmara.

Daqui poderá resultar uma vergonhosa acção judicial contra um presidente que se recusa a acatar uma sentença do tribunal.

Com que moral e argumentação é que Alfredo Henriques se apresentará aos feirenses como candidato às próximas autárquicas?

Ou muito me engano ou sobre este caso ainda muita tinta há-de escorrer..."


Fonte:
Jornal de Notícias


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  © Feira das Conspirações! - Santa Maria da Feira - Portugal - Maio/2008

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